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O Socorro e Anonimato das Casas Espíritas (Uma transfusão diferente) Diz-nos o "Evangelho Segundo o Espiritismo", capo XXVIII, tópico 9: "Aquele que, médium, compreende a gravidade do mandato de que se acha investido, religiosamente o desempenha. Sua consciência lhe profligaria, como ato sacrílego, utilizar por divertimento e distração, para si e para os outros, faculdades que lhe são concedidas para fins sobremaneira sérios e que o põem em comunicação com os seres de além-túmulo. Como intérpretes do ensino dos Espíritos, têm os médiuns de desempenhar importante papel na transformação moral que se opera." No Brasil, temos médiuns ciosos das suas faculdades, e, que procuram tomar, sob quaisquer circunstâncias, a estrada do bem. É o que ocorre com Divaldo Franco, e, com os cooperadores do C.E. Caminho da Redenção, na Bahia, onde ele milita, tal como acontece com tantas outras Casas Espíritas, idôneas, pela nossa terra afora. Diz-nos Vianna de Carvalho em página psicografada por Divaldo em 25.07.95: "O Centro Espírita é campo de luz aberto a todos aqueles que tateiam nas trevas da ignorância, da presunção e do egoísmo, apontando rumos de libertação. Atualizá-lo, sem lhe modificar os objetivos básicos; desenvolver as suas tendências, sem lhe alterar as estruturas ético morais; qualificá-lo para os grandes momentos da hora presente como do futuro é dever de todos os espíritas, preservando as bases doutrinárias que nele devem vigir : amor e estudo, ação da caridade, fora da qual não há salvação, - assim confirmando a promessa do Consolador, feita por Jesus, que abriria os braços para albergar, confortar e libertar todos aqueles que o busquem". No ano de 1959, começou Divaldo a emagrecer muito sem causa aparente - pelo menos que ele soubesse. Sentia muito cansaço, completa falta de apetite...Um dia, andando com Nilson de Souza Pereira pela propriedade, onde hoje funciona o complexo educacional Mansão do Caminho, exausto pelo esforço, deixou-se ficar à sombra de uma árvore, deitou-se na relva e dormiu. Dormiu e em desdobramento, viu a benfeitora de todos nós Joanna de Ângelis, que lhe trazia uma pessoa encarnada e dois cateteres próprios para cirurgia. O encarnado deveria estar dormindo em alguma localidade... Um cateter foi aplicado no braço de Divaldo, o outro, foi igualmente atado ao doador que Joanna trouxera, certamente com anuência deste; foi transmitida força, energia e saúde com a ajuda do poder curativo de vetustas árvores ali existentes. Passados alguns minutos tudo foi retirado e o médium acordou cheio de vida, não mais sentindo o que lhe afligia. Evidentemente, que o encarnado -doador também despertou bem disposto pois "muito será dado a quem mais tem" ... Um ano depois, em Uberaba durante a reunião que ocorria às 4as. feiras, com o médium Chico Xavier, o nosso Chico, através a psicofonia, recebeu mensagem de José Petitinga. Petitinga falou então que àquela época era para Divaldo ter desencarnado, mas que vários desencarnados haviam feito muitos pedidos para que tal não ocorresse. Eram aflitos, equivocados, desmemoriados, atendidos nas reuniões de desobsessão que têm lugar no C.E. Caminho da Redenção. Diziam que aguardavam a boa vontade de alguém que lhes mitigasse a sede de conhecimentos à cerca do Mundo Espiritual, onde por vezes, ficavam anos a fio sem noção de nada... E Divaldo, e, os médiuns daquela reunião lhes oferecem esse contributo... Então, foi-lhe dada uma sobrevida devido aos pedidos dos irmãos socorridos. E o nosso irmão, educador por excelência, continua a postos tal qual Paulo de Tarso dos nossos dias. E dizer-se que algumas Casas Espíritas ainda relutam em criar reuniões de conforto e assistência espiritual desse jaez... Lamentável! 
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