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As Centúrias
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As Centúrias. De Michel Nostradamus. O livro As Centúrias é composto por um prefácio em que Michel se dirige ao seu filho Cesar que havia acabado de nascer e por dez centúrias. Cada uma dessas Centúrias tem, como o nome indica, 100 (cem) quadras, exceto a Sétima Centúria que tem apenas 42 quadras. (Foi deixada assim mesmo, inacabada.) Quando foram escritas e editadas pela primeira vez as Centúrias, assim como as suas quadras foram numeradas com algarismos romanos. E vários autores têm mantido esse modo de numeração. Aqui porém tanto as Centúrias como as suas quadras são numeradas com algarismos arábicos. É mais simples. Em vez de, por exemplo, VIII:LXXXV cá o que há é 8:85. 23 novembro 2001 Observação: foram feitos acréscimos a esse conjunto composto de prefácio e dez centúrias mas eles não têm valor algum no que diz respeito ao verdadeiro Michel e à sua verdadeira obra. 26 janeiro 2002 Introdução. A tradução a seguir é literal, com todas as palavras que faltam, sobram ou estão com graves problemas nos originais em francês da primeira edição completa das Centúrias (1558)* sendo traduzidas entre parênteses e algumas vezes acompanhadas por um sinal de interrogação. Esta é pois uma tradução sem nenhuma interpretação. Quem tem conhecimento do que há nos outros trabalhos que estão neste endereço e concorda com o seu conteúdo sabe que esta é a única forma de tradução adequada e cabível. Quem, por outro lado, não concorda com tal conteúdo há de convir que uma tradução assim como esta é a única que pode colocá-lo em contato com a mensagem original de Michel Nostradamus sem a interferência de inserções que possam ser eventualmente indevidas, tendenciosas ou fantasiosas. * Da primeira edição, feita em 1555, constavam apenas a Carta a Cesar e as tres primeiras centúrias. Da segunda edição, feita em 1558, constavam essa mesma Carta a Cesar, todas as dez centúrias (inclusive a incompleta sétima que tem apenas 42 (quarenta e duas) quadras, e mais a Carta a Henry II (que antecede a oitava centúria). Essa Carta a Henry II tomou o lugar das 58 (cinquenta e oito) quadras faltantes na sétima centúria, com a aquiescência de Michel Nostradamus. *A edição de 1558 é a única completa válida para a abordagem das Centúrias. Ela foi feita sob as vistas de Michel, com todos os "erros" que contem e que não podem ser eliminados porque cada quadra é um anagrama. A edição seguinte, a de 1568, foi feita dois anos após a morte desse autor. 21 janeiro 2003 Paulo Cesar Origem da imagem de Michel Nostradamus: Nostradamus, 1566: http://br.msnusers.com/MICHELNOSTRADAMUS/imagensdestestio.msnw?action=ShowPhoto&PhotoID=2893
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Centúria 1. 1:1 (Estando) sentado de (noite) secreto (estudo, estúdio?) Só descansado sobre a sela de (bronze?): (Flama) exigüa saindo de (solidão) Faz prosperar quem não está a crer (em?) vão. 1:2 A vara na mão posta no meio de (RAMOS?) Com a onda (ele?) (molha) (e) o (limbo) e o pé: Um medo e voz fremem pelas mangas: Esplendor divino. O divino perto se assenta. 1:3 Quando a liteira do turbilhão (é?) vertida, E serão faces dos seus casacos (cobertas?), A republica por gentes novas (é?) vexada, Então brancos e vermelhos julgarão ao contrário. 1:4 Pelo universo será (feito?) um monarca, Que em paz e vida não estará longamente: Então se perderá a (pescadora?) barca, Será regida em maior detrimento. 1:5 Caçados serão para fazer longo combate, Pelos países serão mais (fortemente?) gravados: Burgo e cidade terão maior debate. (Carcas) (Narbonne) terão (corações?) (provados?). 1:6 O olho de (Ravenne) será destituído, Quando a seus pés as (asas?) falharão: Os dois de (Bresse) terão constituído, (Turin), (Derseil?) que Gauleses pisarão. 1:7 Tarde chegado a execução feita, O vento contrário cartas (a?) caminho apreendidas: O (conjurado?) XIIII. de uma seita, Pelo (Rousseau?) (semeados?) os (empreendimentos?). 1:8 Quantos de vezes tomada cidade solar Estarás alterando as leis bárbaras e vãs: Teu mal se aproxima. Mais (serás?) tributária, O grande (Hadrie) recorrerá (das?) veias. 1:9 Do Oriente virá (o?) coração (Púnico) Irritar (Hadrie), e os (herdeiros?) (Romulides), Acompanhado da classe (Libyque), Templos (Melites) e próximas (ilhas?) (vazias?). 1:10 (Serpente?) (enviada) na gaiola de ferro, Onde as crianças (septaines) do Rei são presas: Os velhos e pais sairão (de) baixo do inferno, (Antes) morrer (que?) ver de fruto morte e gritos. 1:11 O movimento de sentidos, coração, pés e mãos, Serão de acordo (com?) Nápoles, Lião, Sicília. (Gládios?), fogos, águas, depois aos nobres Romanos, (Mergulhdos?), (mortos?) por cérebro débil. 1:12 Em pouco dirá fauce bruta frágil De baixo em alto (eleita?elevada?) prontamente: Depois (em) um instante desleal e lábil, Quem de (Veronne) terá governo. 1:13 Os (exilados?) por ira, ódio intestino, Farão ao Rei grande conjuração: (Segredo?Secretamente?) meterão inimigos pela mina, E seus velhos (seus?) contra eles sedição. 1:14 De gente escrava canções, cantos e requerimentos, Cativos por Príncipes e (Senhor?) nas prisões: No porvir por idiotas sem (cabeças?), Serão recebidos por divinas orações. 1:15 Marte nos ameaça pela força bélica, Setenta vezes fará o sangue (derramar?): (Auge?) e ruina do Eclesiástico, E mais aqueles que deles nada quererão entender.
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1:16 (Foice) em (tanque) junto na direção de Sagitário Em sua (alta) (pia) da exaltação, Peste, (fome), morte (por) mãomilitar, O século se aproxima de (renovação). 1:17 Por quarenta anos a Íris não (aparecerá), Por quarenta anos todos os dias será vista: A terra árida em secura (crescerá), E grandes dilúvios quando será (percebida). 1:18 Pela discorde negligencia Gaulesa, Será passagem à Maomé aberta: De sangue molhada a terra e mar Senoise, O porto Phocen de (velas) e (naves) (coberto). 1:19 Quando serpentes virão (circundar) (o altar) O sangue (Troiano) será vexado pelos (hispanos): Por eles grande número (deles) (será feito) abatido Chefe (fruto), escondido nos (lagos e pântanos). 1:20 Tours, Oriens, Blois, Angers, Reims e Nantes, Cidades vexadas por súbita mudança: Por línguas estranhas serão esticadas tendas, Rios, dardos (Ródano) terra e mar tremerão. 1:21 Profunda argila branca nutre (rochedo), Que dum abismo nascerá (laticinosa?) Em vão (os) perturbados não a ousarão tocar, Ignorando ser no fundo terra argilosa. 1:22 Esse que viverá e não tendo antigo senso, Virá lesar com morte o seu artífice: Austun, Chalan, Langres, e os dois Sensos, O granizo e gelo (farão) grande malefício. 1:23 No mês terceiro se levanta o Sol, (Javalí), (Leopardo) no campo Marte para combater: (Leopardo) (cansado) ao céu estende seu olho, Uma águia em redor do Sol vejo se (debater). 1:24 À cidade nova pensativa para condenar, (Ave de rapina) do céu vem se oferecer: Após vitória a cativos perdoar, (Cremona) e (Mântua) grandes (males) (terão sofrido). 1:25 Perdido achado escondido (por tão longo período) Será (Pastor) semideus honrado: Antes que a Lua acabe seu grande período, Por outros ventos será desonrado 1:26 O grande (pelo?) raio tomba em hora diurna Mal e predito por portador postular: Seguindo presságio tomba em hora noturna, Conflito Reims, Londres, Etrusca pestífera. 1:27 Sob a cadeia Guien do céu golpeada, Não longe de lá está escondido o tesouro: Que por longos séculos havia sido (juntado?), (Encontra) morrerá, o olho cravado (por mola?) 1:28 A torre de Boucq temerá fuste bárbaro, Um tempo, longo tempo após barca hespérica: (Bestas), pessoas, móveis, todos os dois farão grande abatimento Touro, e Balança, qual mortal lança? 1:29 Quando o peixe terrestre e aquático Por forte vaga na areia grossa será posto, A sua forma estranha (suave e horrível), Por mar aos (muros?) bem cedo os inimigos. 1:30 Nau estranha pela tormenta marinha, Abordara perto de porto incógnita: Não obstante sinais de ramo palmerin, Após morte pilhagem bom aviso tarde vindo.
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1:31 Tanto de anos as guerras em (Gália) durarão, Para além do curso do (Castalon) monarca: Vitória incerta três grandes coroarão, Águia, galo, lua, leão, sol em marca. 1:32 O grande Império cedo transladado, Em lugar pequeno, que bem cedo virá crescer, Lugar bem ínfimo de exíguo condado, Onde ao meio virá pôr seu sceptre. 1:33 Perto de uma grande ponte de planície espaçosa, A grande leão por forças (Cesáreas?): Fará abater fora cidade rigorosa, Por medo portas lhe serão (outra vez fechadas). 1:34 Ave de rapina voando à (esquerda?), Antes de conflito feito ao (francês preparativo): Um bom sinistro tomará um ambigue (sinistro ou esquerdo), A parte falível terá (isto?) por bom augúrio. 1:35 O leão jovem o velho superará, Em campo bellique por singular (duelo?): Em gaiola de ouro os olhos (lhe) cravará, Duas classes (une?uma?), depois morrer, morte cruel. 1:36 Tarde o monarca vir-se-á a arrepender-se, De não ter posto à morte seu adversário: Mas virá bem a mais alto consentir, Que todo seu sangue por morte fará (desfazer?). 1:37 Um pouco antes de que o Sol se (exima?retire?) Conflito dado, grande povo duvidoso: (Derrotado?), porto marinho não faz resposta, Ponte e sepulcro em dois estranhos lugares. 1:38 O (sol?) e a águia ao vencedor parecerão, Resposta vã ao vencido se assegura: Por (corneta) não gritos (arreios) não (deterão?), Vingança paz por freios se acaba na hora. 1:39 De noite no leito o supremo (estrangulado?), Por muito haver se demorado louro eleito: (Para?) três o Império (transfere?) (escravizado?), (À) morte (prepara carta?), e pacote não lido. 1:40 A (Trompa?) (falsa?) dissimulando loucura, Fará (Bizâncio?) uma mudança de (leis), (Virá?) do Egito, quem quer que se (absolva?) Edito mudando moedas e (ligas de metal?) 1:41 Sede em cidade é de noite (assaltada?), Pouco escapados, não longe de mar conflito: Mulher de alegria, (com) (retornado?) filho, desmaiada) Veneno e cartas escondidos na dobra. 1:42 O dez (Calendas) de abril (de fato?defeito?) gótico, Resuscitado (ainda?) por pessoas malignas: O fogo (estando?), reunido diabólico, Procurando os ossos do Amante e Pselin. 1:43 Antes que advenha a mudança de Império, Advirá um caso bem maravilhoso: Um campo mudado, o (pilar?) de (Porfírio?) Posto transladado sobre o rochedo (nevoso?). 1:44 Em breve estarão de retorno sacrifícios, (Contraventores?) estarão postos como (mártires?): Não mais serão monjes, abades, nem noviços, O mel será muito mais caro que cera. 1:45 Setor de seitas grande pena ao delateur, Besta em teatro armado o jogo cênico, Do feito antigo enobrecido o inventor, Por seitas mundo confuso e cismático.
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1:46 Tudo junto de Aux, de Lestore e Mirande Grande fogo do céu em três noites tombará: (Caso?) ocorrerá bem estupendo e (maravilhoso), Bem pouco (depois?) a terra tremerá. 1:47 No lago Leman os sermões irritarão, Os dias serão (sujugados?) (pelas?) semanas, Depois meses, depois ano, depois todos enfraquecerão Os Magistrados condenarão suas leis vãs. 1:48 Vinte anos do regne da Lua (passados?), Sete mil (anos?) outro terá sua monarquia: Quando o Sol tomar os seus dias (cansados?): Então se cumpre e (mina?) minha profecia. 1:49 Muito antes de tais (tramóias?), Aqueles de oriente pela virtude lunar: (No) ano mil e setecentos farão grandes (conduzidas?), Quase subjugando o ângulo Aquilonar. 1:50 Da aquática triplicidade nascerá, (Um?) que fará a quinta-feira (dia) para sua festa: O seu barulho, (leis?), reino, sua potência crescerá, Por terra e mar nos Orientes tempestade, 1:51 Chefe de Aries, Jupiter e Saturno, Deus eterno quais mutações? Depois por longo período seu maligno tempo retorna Gália e Itália, quais emoções? 1:52 Dois malignos de Escorpião conjuntos, O grande Senhor (ferido?) em sua sala: Peste à Igreja pelo novo rei junto, A Europa baixa e Setentrional. 1:53 Ai, que se verá grande povo atormentado, E a lei santa em total ruína, Por outras leis toda a cristandade, Quando de ouro, de prata descobre nova mina. 1:54 Duas (revoluções?) (feitas) du maligno falcífero, De regne e séculos (é) (feita) permuta: O móvel signo à sua (direita) se intromete, Aos dois iguais e de inclinação. 1:55 Sob o oposto clima Babilônico, Grande será de sangue efusão, Que terra e mar, ar, céu (serão?) iníquos, Seitas, fome, regnes pestes, confusão. 1:56 Vós vereis cedo e tarde calar grande mudança, Horrores extremos e vinganças: Que se a Lua (é?) conduzida pelo seu anjo, O céu aproxima-se das inclinações. 1:57 Por grande (discórdia) a (trompa?) tremerá, Acordo rompido levantando a cabeça ao céu, Boca sangrenta no sangue nadará, Ao solo a face ungida de leite e mel. 1:58 Cortado o ventre nascerá com duas cabeças, E quatro braços: alguns anos inteiros viverá Dia (em) que Alquiloye celebrará suas festas, Fossen, Turim, chefe Ferrare saeguirá. 1:59 Os (exilados) (deportados) nas ilhas, À mudança de um mais cruel monarca Serão machucados: e postos dois os (cintilantes?) Que (em) falar não serão (seres) parcos. 1:60 Um Imperador nascerá perto da Itália, Que ao Império será vendido bem caro: Dirão com quais pessoas ele se reuna, Que se descobrirá menos príncipe que açougueiro.
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1:61 A república miseravel infeliz Será devastada (pelo) novo magistrado: O seu grande (acervo?ajuntamento?) do exílio,malefício Fará (Sueve) (arrebatar?rever?) seus (grandes contratos). 1:62 A grande perda, ai, que farão as letras, Antes do ciclo de Latona perfeito: Fogo grande dilúvio mais por ignaros cetros, Que (por) longo período não se verá refeito. 1:63 As (flores?pragas?) passadas (diminuem) o mundo, Longo tempo (em?) paz terras desabitadas: (Seguro?) (se?) marchara por céu, (terra?), mar e onda: Depois de novo as guerras (são?) suscitadas. 1:64 De noite sol pensarão haver visto, Quando o porco meio homem se verá: Barulho, canto, batalha ao céu (sacudirão?) (percebidos?) E bestas brutas a falar (lá se) ouvirá. 1:65 Criança sem mãos jamais (se?) viu tão grande (raio?castigo?), A criança real no (fogo?jogo?) de (péla?) ferida: No (pico?) (embates?) (fulgores?) indo moer, Três (sob?) os (grilhões?carvalhos? pelo meio (devorados?). 1:66 Aquele que então portará as novas, Após um pouco ele virá respirar, Viviers, Tournon, Montferrand e Pradelles, Granizo e tempestades as (farão?) suspirar. 1:67 A grande fome que sinto (se) aproximar, Frequentemente voltar, depois ser universal: Tão grande e (longa) que um virá arrancar Do bosque raiz e a criança da mama. 1:68 Oh que horrível e infeliz tormento, Três inocentes que se virá a (abandonar?): Veneno suspeito, mal guardada (tradição?traição?) Postos em horror por carrascos (bêbados). 1:69 A grande montanha redonda de sete estádios, Após paz, guerra, fome, inundação, Rolará (para?) longe (abismando) grandes (campos?), Mesmo (os) antigos, e grande fundação. 1:70 Chuva, fome, guerra em (Pérsia?) não (cessadas), A (fé) muito grande trairá o monarca: Pela finda em (Gália?) começada, Secreto augúrio para (com?) um ser parco. 1:71 A (torre?volta?) marinha tres vezes tomada e retomada, Por (espanhóis?), bárbaros, (Ligúrios?): Marselha e Aix, Arles por aqueles de Pisa, (Lixo?), fogo, ferro pilhado Avignon dos (Turineses?). 1:72 De todo Marselha dos habitantes mudada, Corrida e perseguida até perto de Lião, (Narbonne?), (Toulouse?) par Bourdeaux ultrajada, (Feridos?mortos?), cativos (quase que?) um milhão. 1:73 França em cinco partes por (negligência?) (assaltada?), (Tunis, Argel) (alvoroçadas?) par (Persas?): Leon, Sevilha, Barcelona falhadas, Não terá a (classe?frota?) pelos Venezianos. 1:74 Após (deterem-se?) navegarão (pelo) (Epiro?Império?), O grande socorro virá da direção de (Antióquia?): O negro cabelo crespo (tenderá?terá?) fortemente ao Império, Barba de (bronze?) se queimará em espeto. 1:75 O tirano Siena ocupará Savona, Muito (ganho?) terá (classe?frota?) marinha: As duas armadas pela marca de Ancona, Por medo o chefe (delas?) se examina.
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1:76 De um nome feroz tal proferido será, Que as três irmãs terão feito o nome: Depois grande povo por língua e feito dirá Mais que nenhum outro terá fama e renome. 1:77 Entre dois mares erguerá promontório, Que (depois?) morrerá pelo freio do cavalo: O seu Neptune dobrará vela negra, Por Calpre e (classe?frota?) junto de Rocheval. 1:78 De un chefe velho nascerá senso embrutecido, Degenerando por saber e armas: O chefe de França por sua irmã temido, Campos divididos, concedidos aos gendarmes. 1:79 Bazaz, Lestore, Condon, Ausch, Agine, (alvoroçadas?) por leis, querela e monopólio: Porque Bourd, Toulouse Bay porá em ruína. Renovar querendo seu tauropole. 1:80 Do sexto claro esplendor celeste, Virá trovejar tão forte na Borgonha: Depois nascerá monstro de mui hedionda besta, Março, Abril, Maio, Junho, grande (ferida?) e (sarna?). 1:81 De humano rebanho nove serão postos à parte, De julgamento e conselho separados: Sua sorte será dividida em (separado?), Kappa, Theta, Lambda mortos, banidos, afastados. 1:82 Quando as colunas de madeira grandes (tremerem?), De Austro conduzida, coberta de (rubrica?): Tanto (vazará?) (por fora?) grande assembleia, Tremer Viena e o País de (Austria?). 1:83 A gent estranha dividirá butins, Saturno em Marte seu olhar furioso: Horrível estranho aos (Toscanos?) e Latinos, Gregos que serão para golpear curiosos. 1:84 Lua obscurecida nas profundas trevas, O seu irmão passa de cor ferrugínea: O grande oculto longo tempo sob as trevas, Amornará ferro na (ferida?) sanguínea. 1:85 Pela resposta de senhora rei perturbado, Embaixadores desprezarão sua vida: O grande (a?) seus irmãos fingirá (ser?) duplo, Por dois morrerão ira, ódio, inveja. 1:86 A grande (rainha?) quando se verá vencida, Fará excesso de masculina coragem, Sobre cavalo, rio passará toda nua, Seguida por ferro: à fé fará ultraje. 1:87 (Tremor de terra) fogo do centro de terra, Fará tremer ao redor de cidade (nova): Dois grandes rochedos longo tempo farão a guerra, Depois (Aretusa?) avermelhará novo rio. 1:88 O divino mal surpreenderá o grande príncipe, Um pouco depois terá mulher esposado, Seu apoio e crédito a um golpe virá pequeno, Conselho morrerá pela cabeça raspada. 1:89 Todos aqueles de (Lérida?) estarão na Mosela, Pondo à morte todos aqueles de Loire e Sena: O curso marinho virá perto de alta (vela?vila?vigília?) Quando Espanhóis abrirão toda (a) veia. 1:90 Bourdeaux, Poitiers ao som da campainha, A grande (classe?frota?) irá até (Langon?), Contra (Gauleses?) será sua (tramontana, direção), Quando monstro hediondo nascerá perto de Orgon.
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1:91 Os Deus farão aos humanos aparência, (De) que eles serão autores de grande conflito: (Ante) céu visto sereno espada e lança, Que pela (mão?parte?) esquerda estará (o?) maior aflito. 1:92 Sob um a paz por (todos?) será clamada, Mas não longo tempo pilha, e rebelião, Por recusa vila, terra e mar (ofendidos?), (Mortos?) e cativos o terço de um milhão. 1:93 Terra Itálica perto dos montes tremerá, (Leão) e galo não muito confederados, Em lugar de medo um o outro ajudará, Só (Catalões?) e Celtas moderados. 1:94 No porto Selin o tirano posto à morte, A liberdade não portanto recobrada: O novo Marco por vindita e remorso, Senhora por força de medo honrada. 1:95 Na frente de mosteiro achada criança (gêmea?), De heroico sangue de monge e (velha?): Seu barulho por seita, língua e potência (sua?som?), Que se dirá muito elevado o (Vopisco). 1:96 Aquele que terá a carga de destruir Templos, e seitas, mudados por fantasia: Mais aos rochedos que aos viventes virá prejudicar, Por língua ornada de orelhas (fartas?). 1:97 Esse que ferro, chama não tem sabido (executar?), A doce língua ao conselho virá fazer: Por repouso, sonho, o rei fará rever, Mais o inimigo (está?) em fogo, sangue militar. 1:98 O chefe que terá conduzido povo infinito Longe do seu céu, de meurs e língua estranha, Cinco (mil) em Creta e Tessália (findos?), O chefe fugindo salvo em marinha (granja?). 1:99 O grande monarca que fará companhia (A) dois reis unidos por amizade: Oh que suspiro fará a grande (criadagem, côrte), Crianças (de) (Narbonne?) ao redor, que piedade. 1:100 Longo tempo no céu será visto cinzento pássaro, Junto de Dole e de Toscana terra: Tendo ao bico um verdejante ramo, Morrerá cedo (o?) grande e findará a guerra.
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Centúria 2. 2:1 Em direção à (Aquitânia?) por (ilhas?) Britânicas De parte (deles?) mesmos grandes incursões Chuvas, geadas farão terrenos iníquos, Porto (Selyn?) (forte?) fará invasões. 2:2 A (cabeça) azul fará a (cabeça) branca Tanto de mal, (quanto?) França tem feito seu bem: Morte na (antena?), grande pendurado sobre o ramo, Quando preso dos seus o (Rei?) disser quanto. 2:3 Pelo calor solar sobre o mar, De (Mar Negro?) os peixes meio cozidos: Os habitantes os virão (cortar?), Quando (Rodes?) e (Gênova?) lhes (faltará?) o (biscoito?). 2:4 Desde (Mônaco?) até junto de Sicília, Toda a praia (ficará?) desolada: Ele não lá terá (falso burgo?), cidade nem vila Que por Bárbaros pilhada seja e roubada. 2:5 (Quando?) em peixe, ferro e cartas fechada, Fora sairá aquela que depois fará a guerra, Terá por mar a sua (frota?) bem (ramada?), Aparecendo perto de Latina terra. 2:6 Junto das portas e dentro de duas cidades Estarão dois flagelos, e nunca percebido um tal, Fome, dentro peste, (por?) ferro fora gentes postas, Gritar socorro ao grande Deus imortal. 2:7 Entre vários às ilhas deportados, Um (ser) (nascido) com dois dentes na garganta Morrendo de fome as árvores (desfolhadas?), Para eles novo (Rei?), novo édito lhes forja. 2:8 Templos consagrados (primeira) maneira Romana, Rejeitarão os (desastrados?) fundamentos, Tomando suas leis primeiras e humanas, Cassando não (todos?) dos (santos?) os (cultos?). 2:9 Nove anos o reino o magro em paz terá, Depois ele (cairá?) (com?) sede tão sanguinária, Por ele grande povo sem (fé?) e (lei?) morrerá (Ferido?) por um muito mais (complacente). 2:10 Antes (por?) longo de tempo o todo será arranjado, Nós esperamos um século bem sinistro, O estado das máscaras e dos (solitários?) bem mudado, (Poucos?) acharão que em seu lugar (velho?) (estará?). 2:11 O próximo filho do mais velho chegará Tão elevado até ao reino dos (fortes?): (Sua?) áspera glória um cada um a temerá, Mas suas crianças do reino (lançadas?) fora. 2:12 Olhos fechados, abertos (à?) antiga fantasia, (As vestimentas?) dos solitários serão postas como nada: O grande monarca (castigará?) seu frenesi, Arrebatar dos templos o tesouro (por? na? dianteira?). 2:13 O corpo sem alma não mais (estará?) em sacrifício, Dia da morte posto em natividade: O espírito divino fará a alma feliz, Vendo o verbo na sua eternidade. 2:14 (Em?)Tours, Gien, (guardados?) serão olhos penetrantes, (Descobrirão?) de longe a grande (serena?): Ela e seu (séquito?) no porto estarão (entrando?), Combate, (empurrados?), potência soberana. 2:15 Um pouco antes monarca trucidado Castor, Pollux em nave, astro (cabeludo?comado?): O (erário?) público por terra e mar (esvaziado?), Pisa, Ast, Ferrare, Turim terra(s?) interditada(s?).
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2:16 Nápoles, (Palermo?), (Sicília?), (Siracusa?), (Novos?) tiranos, (fulgores?) fogos celestes: Força de Londres, Gand, Bruxelas e (Susa?), Grande hecatombe, (triunfa?triunfo?) fazer (festas?). 2:17 O campo do templo da virgem vestal, Não afastado de (Etna?) e montes (Pireneus?): O grande (conduzido?) está escondido na (mala?), (Ao Norte?) (derramados?lançados?) rios e vinhas (destruídas?). 2:18 Novidade e chuva súbita impetuosa, (Impedirão?) (subitamente?) dois (exércitos?): Pedra (do?) céu, fogos (fazer?) (a mãe?o mar?) (pedregosa?), A morte de sete (terras?) e (marinhos?) (súbitos?súditos?). 2:19 (Novos?) vindos lugar (batido?) sem (defesa?), Ocupar a praça (até então?) inabitável: Perto, casas, campos, vilas, tomar por divertimento, Fome, Peste, guerra, (extensão de terra?) (longa?) arável. 2:20 Irmãos e irmãs em diversos lugares cativos, Encontrar-se-ão (ao?)passar perto do (monarca?): (Eles?) (contemplarão?) seus ramos (atentos?). (Desprezando?) ver (em?) queixo fronte, nariz, as marcas. 2:21 O embaixador enviado por biremes, A (meio?) caminho de (incógnitos?) (repelidos?): De (sal?) reforço virão quatro triremes, Cordas e cadeias em (Mar Negro?) (levantados?). 2:22 O campo (Ascap?) da Europa partirá, (Se juntando?) próximo da Ilha submergida: De Arton (classe?tropa?) falange dobrará, Umbigo do mundo maior voz (subrogada?substituída?). 2:23 Palácio, pássaros, por pássaro (expulso?), Bem cedo após o príncipe chegado: (Como) que fora (de) rio (inimigo?) (repelido?), (Do lado de fora) (saído?) (traço?) de pássaro sustentado. 2:24 Bestas ferozes (com?) fome rios (cruzarão?), (A?) (maior parte?) do campo contra (Hister?Danúbio?) estará, Em gaiola de ferro o grande fará (arrastar?), Quando nada criança de (Germania?) observará. 2:25 A guarda estranha trairá fortaleza, Esperança e (sombra?) mais de elevado casamento: Guarda (enganada?), forte (príncipe?presa?) no aperto, Loire, (Son?), (Ródano), (Garonne?), (por?) morte ultrajado. 2:26 Pelo favor que a cidade fará, Ao grande que cedo tomará campode batalha, Depois a fila (Pau Thesin?) verterá, De sangue, fogos (mortos?) afogados (por?) golpe de (talho?corte?) 2:27 O divino verbo será do céu golpeado, Quem não poderá não proceder mais (adiante?): Do (abridor?) o segredo (fechado?), Que se marchará por cima e (adiante). 2:28 O penúltimo do (sobrenome?cognome?) do Profeta, Tomará (Diana?Lua?) para seu dia (de?) repouso: Longe vagará por frenética cabeça, E livrando um grande povo de (impostos?). 2:29 O Oriental sairá de sua sede, (Passará?) os montes (Apeninos?) (verá?) a Gália: (Transporá?) o céu, as águas e neve, E cada um golpeará com seu bastão. 2:30 Um que dos deuses infernais de (Aníbal?), Fará renascer, terror dos humanos: (Nunca?) mais (de?) horror não mais (dirão?) (diários), (O que adveio?) virá Babel aos Romanos.
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2:31 Em (Campânia?) o (Cassilin?) fará tanto, Que não se verá (senão?) (de águas?) (os?) campos cobertos: Antes (e?) depois (da?) chuva de longo tempo, Exceto postas as árvores nada lá se verá de verde. 2:32 Leite (,) (santo?) rãs (esconderá?) em (Dalmácia?) Conflito dado, peste perto de (Balennes?): Grito será grande por toda (a?) (Eslavônia?), Então nascerá monstro perto e dentro de (Ravena?). 2:33 Pela torrente que (desce?) de (Verona?), Por (essa?) então que ao (Pó?) guiará (sua?) entrada: Um grande naufrágio, e não menos em (Garonne?), Quando aqueles de (Gênova?) marcharão (em?) sua (terra?). 2:34 A ira insensata do combate furioso, Fará à mesa por irmãos o ferro brilhar: Os (repartirá?) (feridos?), curiosos, O feroz duelo virá (a) França prejudicar. 2:35 Em duas casas de noite o fogo tomará, Vários dentro asfixiados e (queimados?). Perto de dois rios para (solitário?) ele ocorrerá: (Solo?Sol?), (o Arco?), e (Capricórnio?) todos serão (amortecidos?). 2:36 Do grande Profeta as cartas serão tomadas, Entre as mãos do tirano (passarão a estar?): (Para?) fraudar seu (Rei) serão seus empreendimentos, Mas suas rapinas bem cedo o perturbarão. 2:37 Deste grande número que se enviará, Para socorrer dentro do forte os (sitiados?), Peste e fome todos os devorará, Exceto postos setenta que serão (destruídos?). 2:38 Dos (condenados?) será feito um grande número, Quando os monarcas estarão (conciliados?): Mas um deles virá tão (desafortunado?), Que (não muito) juntos não estarão (reunidos?). 2:39 Um ano antes do conflito Itálico, Germanos, Gauleses, (Espanhóis?) (pelo forte?): (Cairá?) a escola (a?) casa de república, Onde, excetos postos (uns poucos?), serão (sufocados mortos?). 2:40 Um pouco após não (havendo?) longo intervalo, Por mar e terra será feito grande tumulto: Muito maior será (a) (pugna?) naval, Fogos, animais, que farão mais (de) (tumulto?). 2:41 A grande (estrela?) por sete dias (brilhará?), Nuvem fará dois sóis (aparecerem): O grande (mastim?) fará toda (a) noite (uivará?), Quando grande pontífice mudar de (terra?terreno?). 2:42 Galo, cães e gatos de sangue estarão (repletos?), (E?) da ferida do tirano encontrado morto, No leito de um outro pernas e braços quebrados, (Aquele que) não tinha medo de morrer de cruel morte. 2:43 Durante (o tempo?) (da estrela?) (comada?) aparente, Os três grandes príncipes serão feitos inimigos: Batidos do céu paz (na?) terra (trêmula?), (Pó?), (Tibre?) (ondulante?), serpente sobre a margem posta. 2:44 A Águia (pousada?) ao redor de pavilhões, Por outros pássaros (dos arredores?) será caçada: Quando barulho dos (címbalos?), tubos e (sinos?) Restituirão o senso da senhora insensata. 2:45 Muito o céu chora o Andrógino procriado, Perto do céu sangue humano (derramado?): Por morte muito (tardia?) grande povo (alegrado?), Tarde e cedo vem o socorro esperado.
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2:46 Após grande (troca?) humana maior (troca?) se (prepara?), O grande motor dos séculos renova: (Chuva?), sangue, (leite?), (fome?), ferro e peste, No céu visto fogo (,) correndo (,) longa faísca. 2:47 O (inimigo?) grande velho (de luto?) morto com veneno, Os soberanos por (infinitos?) (subjugados?): Pedras (choverão?), (ocultas?) sob (o tosão?), Por morto artigos em vão são (alegados?). 2:48 A grande (cópia?tropa?) que passará os montes. Saturno no (Arco?) voltando do (peixe?) (Março?Marte?): Venenos ocultos sob (as?) cabeças de (salmões?), (O?) seu chefe pendurado em fio de (líder de guerra?). 2:49 Os (conselheiros?) do primeiro (monopólio?). Os conquistadores seduzidos pela (Melite?Malta?), Rodes, (Bizâncio?) por (seu?) expositor pólo. Terra (falhará?) os (perseguindo?) em (fuga?). 2:50 Quando aqueles de (Hainaut?), de Gand e de Bruxelas, Verão em Langres a sede diante posta: (Atrás de?) seus flancos estarão guerras cruéis A (ferida?) antiga fará pior que (os?) inimigos. 2:51 O sangue do justo em Londres fará falta, (Queimados?) por (raios?) de vinte e tres os seis: A senhora antiga (cairá?) de lugar elevado, (Da?) mesma seita vários serão mortos. 2:52 Em várias noites a terra tremerá: Sobre a primavera dois esforços (seguidos?): (Corinto?), (Éfeso?) nos dois mares (nadarão?), Guerra (se agita?) por dois (valentes?) (em?) (luta?). 2:53 A grande peste de cidade marítima, Não cessará (enquanto?) morte não seja vingada Do justo sangue tomado por preso condenado sem crime, Da grande senhora por (fingimento?) não ultrajada. 2:54 Por gente estranha, e Romanos (longínqüos?), Sua grande cidade após (ser?) por (água?) muito perturbada: (Filha?) sem muito diferente domínio, Preso chefe, (fechadura?) não ter (sido?) (roubada?arrombada?). 2:55 No conflito o grande que pouco (valia?), Ao seu último fará caso maravilhoso: Enquanto que (Hadrie?) verá isto que (era necessário?), No banquete (apunhala?) o orgulhoso. 2:56 (Quem?) peste e (espada?) não tem (sabido?) (definir?), Morto no (poço?) (do?) cume do céu golpeado: O (abade?) morrerá quando (verá?) (se arruinarem?), Aqueles do naufrágio (no?) recife querendo (se agrupar?). 2:57 Antes de conflito o grande cairá, O grande à morte, morte, demasiado súbita e (lamentada?), (Nascido?) (imperfeito?) a (maior?) parte nadará, Junto do rio de sangue a terra (tingida?). 2:58 Sem pé (nem?) mão (dente?) agudo e forte, Por Globo no forte de porto e (o mais velho) (nascido?): Perto do portal desleal (transportado?), (Selene?Lua?) brilha, pequeno grande conduzido. 2:59 (Classe?) Gaulesa por (apoio?) de grande guarda, Do grande Netuno, e seus tridentes (soldados?): Corroída Provença por sustentar grande bando: Mais (Marte?) Narbon, por (lanças?) e dardos. 2:60 A (fé?) (Púnica?) (no) Oriente rompida. Grande (Jud?), e (Ródano?), (Loire?) e (Tejo?) mudarão: Quando do mulo a fome será (saciada?), (Classe?Frota?) (dispersa?), sangue e corpos nadarão.
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2:61 (Euge?), (Tamins?), Gironde e La Rochele, O sangue Troiano Morte (no?) porto da (flecha?): (Atrás?) (do?) rio no forte posta (a escada?), (Pontas de fogo?) grande (homicídio?) sobre a (brecha?). 2:62 (Mabus?) depois (cedo?) então morrerá, virá, De gentes e (bestas) uma horrível (derrota?): Depois toda de um golpe a vingança se verá, (Cem?Cento?), mão, sede, fome, quando correrá o cometa. 2:63 Gaulês, (Ausônia?Itália?) bem pouco subjugará, Por (,) Marne e Sena fará (Parma?) o (verdadeiro?ébrio?): Quem o grande muro contra eles levantará, Do menor no muro o grande perderá a vida. 2:64 (Secar?) de fome, de sede, gente (Genebrina?), Esperança próxima virá a falhar: Sobre ponto trêmulo estará (lei?) (Genebrina?), (Classe?Frota?) no grande porto não se (poderá?) (acolher?). 2:65 O parque propenso (a) grande calamidade, Pela (Hesperie? e (Insubre?) fará: O fogo na nave peste e cativeiro, Mercúrio no Arco Saturno (findará?fenecerá?). 2:66 Por grandes perigos o cativo (escapado?), (Em um?) pouco de tempo (um?) grande tem fortuna mudada: No palácio o povo é apanhado, Por bom augúrio a cidade (é) sitiada. 2:67 O louro (com?) nariz (adunco?) virá cometer, Pelo (duelo?) e caçará (no exterior?): Os exilados (para o interior?) fará enviar, Nos lugares marinhos (expondo?) os mais (fortes?). 2:68 Do (Aquilão?Norte?) os esforços serão grandes: Sobre o (Oceano?) será a porta aberta: O reino na Ilha será (reintegrado?), Tremerá Londres por (vela?) (descoberta?). 2:69 (Rei?) Gaulês pela Céltica destra, Vendo discórdia da grande Monarquia: Sobre as três partes fará florescer seu cetro, Contra a (Capa?) da grande Hierarquia. 2:70 O dardo do céu fará (o) seu (estender-se?), (Freio?) (dele?) falando: grande execução: A pedra na árvore a arrogante gente rendida, Barulho humano monstro purga expiação. 2:71 Os exilados em Sicília virão, Para livrar de fome a gente (estranha?estrangeira?): Ao ponto do dia os (Celtas?) lhes (serão necessários?) A vida reside na razão: O rei se arranja. 2:72 Armada Céltica na Itália vexada, (Por?) todas (as) partes (conflito?) e grande peste: Romanos fugidos, ó Gália repelida, Perto do (Ticino?) (Rubicão) (a?) (pugna?) (é?) incerta. 2:73 No lago (Fucino?) de (Benac?Guarda?) a margem, Tomados do (Leman?) no porto do (Orgon?): (Nascido?) (com?) três braços (prediz?) bélica imagem, Por três coroas (do) grande (Endimião?). 2:74 De Sens, Autun virão até ao (Ródano?), Para passar além na direção dos montes (Pireneus?): A gente (sairá?) da marca de (Ancona?), Por terra e mar seguirá a grandes (arrastadas?traços?). 2:75 A voz (ouvida?) do insólito (pássaro?), Sobre o (cano?) de (respiradouro?) (no?) (pavimento?): Tão (alto?) virá (a estar?) do trigo o alqueire, Que o homem (para o?) homem (será?) Antropófago.
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2:76 Raio (na) (Borgonha?) fará caso portentoso, Que por (engenho?) nunca poderia fazer, De seu senado (o sagrado?) feito manco, Fará saber aos inimigos o negócio. 2:77 Por arcos, fogos, resinas e por fogos impelidos, Gritos urros sobre a meia-noite ouvidos: Dentro são postos pelas muralhas (rompidas?), (Como?) (coelhos?) os traidores (são?) fugidos. 2:78 O grande Netuno do profundo do mar, De gente (Púnica?) e sangue Gaulês misturado: As ilhas (com?) sangue para o tardio (remar?permanecer?), Mais lhe prejudicará que o oculto mal (encoberto?). 2:79 A barba (crespa?) e negra por engenho, Subjugará a gente cruel e arrogante: O grande (CHIREN?) (tirará?) do (homem vagaroso?) Todos os cativos por (Seline?) barreira. 2:80 Após o (conflito?) do lesado a eloquência, Por pouco de tempo se trama fingido (repasto?repouso?). De modo algum não se admite os grandes em libertação, (Depois de) inimigos são repostos de propósito. 2:81 Por fogo do céu a cidade quase queimada, A urna ameaça (ainda?de novo?) (Deucalião?), Vexada Sardenha pela Púnica (galera?), Depois que Libra deixará seu (brilhante?sol?dia?). 2:82 Por fome a presa fará lobo prisioneiro, O assaltante então (estará?) em extrema aflição, O (primeiro nascido?) tendo à dianteira o último, O grande (não escapa?) no meio (do aperto?da pressa?). 2:83 O gordo tráfico de um grande (Leão?) alterado A (maior?) parte torna em pristina ruina. (Presa?) aos soldados por (pilhada?) (vindima?colheita?): Por Jura monte e Suevo chuvisco. 2:84 Entre (Campânia?), Siena, (Florença?), (Toscana?), (Por?) seis meses (e) nove dias não (choverá?) uma gota: A estranha língua (na) terra Dalmácia, Correrá acima, devastando a terra toda. 2:85 O velho (plano?) (da?) barba sob o estatuto severo, (Por?) (Leão?) (feito?) sobre a Águia Céltica: O pequeno grande muito além persevera, Barulho de arma no céu: mar vermelho (Ligúrio?). 2:86 Naufrágio de (frota?) perto de onda (Adriática?), A terra treme (agitada?) (sob?) o ar em terra posto: (O) (Egito) treme (pelo?) aumento (Maometano?), O (Arauto?) (se) (faz ouvir?) a gritar (e) é (exposto?). 2:87 Depois virá das extremas (terras?), Príncipe Germano, sobre o (trono?) dourado: A servidão e águas encontradas, A senhora serve, (o) seu tempo não mais (é) adorado. 2:88 O circuito do grande (feito?) ruinoso, O nome sétimo do quinto será: De um terceiro maior o estranho belicoso, (Mouton?), (Lutécia?Paris?), Aix não garantirá. 2:89 Um dia serão (demitidos?amigos?) os dois grandes mestres, (O) seu grande poder se verá (aumentado?): A terra nova estará (com?) seus altos seres, (Ao?No?) sanguinário o número (contado?). 2:90 Por vida e morte mudado (o) reino de (Hungria?), A lei será mais (áspera?) que (o) serviço: (A) sua grande cidade (com?) (urros?) (lamentos?) e (grita?), Castor e Polux inimigos na liça.
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2:91 (No) (sol levante?Oriente?) um grande fogo lá se verá, Barulho e claridade para (o) (Aquilão?Norte?) (tendendo): (Dentro do círculo?) morte e gritos lá se ouvirá, Por (gládio?espada?), fogo, fome, morte os aguardando. 2:92 Fogo cor de ouro do céu de terra (visto?), (Aplicado?) (da) alta (nau?), (feito) caso maravilhoso: Grande (homicídio?) humano: Presa do grande (não visto?), (Da?) morte (do) (espectáculo?) escapa o orgulhoso. 2:93 Bem perto do (Tibre?) pressiona a (deusa da morte?), Um pouco antes (da?) grande inundação: O chefe (da nave?) preso, posto (na?no?)) (sentina?porão?), Castelo, palácio em conflagração. 2:94 GRANDE (Pau?) grande mal (para?por?) Gaulês receberá, Vão (terror?) do (maritimo?) (Leão?): Povo infinito pelo mar passará, Sem escapar um quarto de um milhão. 2:95 Os lugares (povoados?) serão inabitáveis: (Para?Por?) campos (haverá?) grande divisão: Reinos entregues a prudentes incapazes, Então (entre?) os grandes irmãos (haverão?) mortos e dissensão. 2:96 Tocha ardente no céu (da?) (tarde?noite?) será vista, Perto do fim e princípio do (Ródano?), Fome, (gládio?espada?): tarde o socorro (será?) providenciado, A (Pérsia?) torna (a) invadir (a) Macedonia. 2:97 Romano Pontífice guarda de te aproximar, Da cidade que dois rios (banham?), Teu sangue virás junto de lá de cuspir, Tu e os teus quando florirá a rosa. 2:98 Aquele de sangue (borrifado?) (no?) rosto, Da vítima próxima sacrificada, Tendo em (Leão?), augúrio por (presságio?), Posto será à morte então (para a?pela?) (noiva?). 2:99 (Terra?) Romana que (interpretou?) (o) (augúrio), Por gente Gaulesa por muito (tempo?) será vexada: Mas nação Céltica temerá a hora, Boreas, classe muito (longínqüa?) a (haverá?) (empurrado?). 2:100 Nas ilhas tão horrível tumulto, Bem não se ouvirá (mais?) que uma bélica briga, Tão grande será dos predadores o insulto, Que (um?) se virá arranjar na grande (liga?linha?).
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Centúria 3. 3:1 Após combate e batalha naval, O grande Netuno em seu maisalto (campanário?): Vermelho adversário de medo virá (pálido), Pondo o grande Oceano com (medo). 3:2 O divino Verbo (dará?) à (substancia, matéria), (Compreendendo) céu, terra, ouro oculto no (leite) místico: Corpo, alma espírito (tendo) toda (a) potência, Tanto sob seus pés como na sede Célica. 3:3 Marte e Mercúrio, e a prata (juntos?) (uns com os outros), Na direção do sul extrema secura: No fundo da Ásia dir-se-á (que a?) terra treme, (Corinto, Eféso?) então em perplexidade. 3:4 Quando estiverem próximos de (defeito?) dos (luminares?), De um ao outro não distando grandemente, Frio, secura, perigo para as fronteiras, Mesmo onde o oráculo a (magro?) (começa?). 3:5 Perto longe (defeito) de dois grandes luminares. Quem ocorrerá entre Abril e Março: Oh que (penúria?) (mas?) dois grandes bondosos Por terra e mar (socorrerão?) todas (as?) (partes?). 3:6 No templo fechado o (raio?) (lá) entrará, Os cidadãos interior dentro (dele?) muito (agravados?). Cavalos, bois, homens, a onda (o) muro tocará, Por fome, sede, (sob?) os mais (fracos?) (armados?). 3:7 Os Fugitivos, fogo do céu sobre (as lanças?), Conflito próximo dos corvos, (se divertindo?) De terra se grita ajuda, socorros célicos, Quando perto dos muros estiverem os (combatentes?). 3:8 O (Cimbros?) juntos com seus vizinhos (Despovoar?) virão quase (a Espanha?): (Gentes?) (amontoadas?) (Guienne?) e (Limoginos?), Estarão em liga, e (lhes) farão (companhia?). 3:9 Bourdeaux, (Rouen?), e a Rochelle (juntas?), Terão ao redor o grande mar (,) (o oceano?), (Ingleses?), Bretões, e os (Flamengos?) (conjuntos?) Os Caçarão até ao pé de (Rouen?). 3:10 De sangue e fome maior calamidade, Sete vezes se (apronta) (na?) marinha praia: (Mônaco?) (com?) fome, lugar tomado, (cativo?), O grande (conduzido?) (gancho?) em (ferrada?) (jaula?). 3:11 As armas (batem?) (no?) céu (por) longa estação A árvore no meio da cidade tombada: (Ramo sagrado?) (sarna?), (espada?), oposta, (Tição), Então o monarca de (Ádria?) (sucumbe?). 3:12 Pelo (inchaço?) de (Ebro?), (Pó?), (Tejo?), (Tibre?), e Roma E pelo (tanque?lago?) Leman e (Arezzo?). Os dois grandes chefes e (citados?cidades?) de (Garonna?), (Presos?), (mortos?) (afogados?). Partir humano butim. 3:13 Por raio na arca ouro e prata (fundidos?), De dois cativos um o outro comerá Da cidade o maior (estendido?), (Quando?) submersa a (classe?frota?) nadará. 3:14 Pelo ramo do valente personagem, De França ínfimo, pelo pai infeliz: Honras, riquezas: trabalho em sua velha (idade?), Por ter (crido?) (no?) conselho de homem (bom?). 3:15 Coração, (rigor?), glória o reino mudará. De todos os pontos tendo contra (o) seu adversário: Então (a) França (a sua?) infância por morte subjugará, Um grande regente estará então mais contrário.
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