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As Centúrias
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As  Centúrias.

De Michel Nostradamus.

 

  

 

O livro As Centúrias é composto por um prefácio em que Michel se dirige ao seu filho Cesar que havia acabado de nascer e por dez centúrias. Cada uma dessas Centúrias tem, como o nome indica, 100 (cem) quadras, exceto a Sétima Centúria que tem apenas 42 quadras. (Foi deixada assim mesmo, inacabada.) 

Quando foram escritas e editadas pela primeira vez as Centúrias, assim como as suas quadras foram numeradas com algarismos romanos. E vários autores têm mantido esse modo de numeração. Aqui porém tanto as Centúrias como as suas quadras são numeradas com algarismos arábicos. É mais simples. Em vez de, por exemplo, VIII:LXXXV cá o que há é 8:85.

23 novembro 2001

Observação: foram feitos acréscimos a esse conjunto composto de prefácio e dez centúrias mas eles não têm valor algum no que diz respeito ao verdadeiro Michel e à sua verdadeira obra.

26 janeiro 2002

Introdução.

A tradução a seguir é literal, com todas as palavras que faltam, sobram ou estão com graves problemas nos originais em francês da primeira edição completa das Centúrias (1558)* sendo traduzidas entre parênteses e algumas vezes acompanhadas por um sinal de interrogação. Esta é pois uma tradução sem nenhuma interpretação. Quem tem conhecimento do que há nos outros trabalhos que estão neste endereço e concorda com o seu conteúdo sabe que esta é a única forma de tradução adequada e cabível. Quem, por outro lado, não concorda com tal conteúdo há de convir que uma tradução assim como esta é a única que pode colocá-lo em contato com a mensagem original de Michel Nostradamus sem a interferência de inserções que possam ser eventualmente indevidas, tendenciosas ou fantasiosas.

* Da primeira edição, feita em 1555, constavam apenas a Carta a Cesar e as tres primeiras centúrias. Da segunda edição, feita em 1558, constavam essa mesma Carta a Cesar, todas as dez centúrias (inclusive a incompleta sétima que tem apenas 42 (quarenta e duas) quadras, e mais a Carta a Henry II (que antecede a oitava centúria). Essa Carta a Henry II tomou o lugar das 58 (cinquenta e oito) quadras faltantes na sétima centúria, com a aquiescência de Michel Nostradamus.

*A edição de 1558 é a única completa válida para a abordagem das Centúrias. Ela foi feita sob as vistas de Michel, com todos os "erros" que contem e que não podem ser eliminados porque cada quadra é um anagrama. A edição seguinte, a de 1568, foi feita dois anos após a morte desse autor.

21 janeiro 2003 

 

       Paulo Cesar

 

Origem da imagem de Michel Nostradamus:

Nostradamus, 1566:
http://br.msnusers.com/MICHELNOSTRADAMUS/imagensdestestio.msnw?action=ShowPhoto&PhotoID=2893

 

 

 

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Centúria 1.

 

1:1

(Estando) sentado de (noite) secreto (estudo, estúdio?)

Só descansado sobre a sela de (bronze?):

(Flama) exigüa saindo de (solidão)

Faz prosperar quem não está a crer (em?) vão.

1:2

A vara na mão posta no meio de (RAMOS?)

Com a onda (ele?) (molha) (e) o (limbo) e o pé:

Um medo e voz fremem pelas mangas:

Esplendor divino. O divino perto se assenta.

1:3

Quando a liteira do turbilhão (é?) vertida,

E serão faces dos seus casacos (cobertas?),

A republica por gentes novas (é?) vexada,

Então brancos e vermelhos julgarão ao contrário.

1:4

Pelo universo será (feito?) um monarca,

Que em paz e vida não estará longamente:

Então se perderá a (pescadora?) barca,

Será regida em maior detrimento.

1:5

Caçados serão para fazer longo combate,

Pelos países serão mais (fortemente?) gravados:

Burgo e cidade terão maior debate.

(Carcas) (Narbonne) terão (corações?) (provados?).

1:6

O olho de (Ravenne) será destituído,

Quando a seus pés as (asas?) falharão:

Os dois de (Bresse) terão constituído,

(Turin), (Derseil?) que Gauleses pisarão.

1:7

Tarde chegado a execução feita,

O vento contrário cartas (a?) caminho apreendidas:

O (conjurado?) XIIII. de uma seita,

Pelo (Rousseau?) (semeados?) os (empreendimentos?).

1:8

Quantos de vezes tomada cidade solar

Estarás alterando as leis bárbaras e vãs:

Teu mal se aproxima. Mais (serás?) tributária,

O grande (Hadrie) recorrerá (das?) veias.

1:9

Do Oriente virá (o?) coração (Púnico)

Irritar (Hadrie), e os (herdeiros?) (Romulides),

Acompanhado da classe (Libyque),

Templos (Melites) e próximas (ilhas?) (vazias?).

1:10

(Serpente?) (enviada) na gaiola de ferro,

Onde as crianças (septaines) do Rei são presas:

Os velhos e pais sairão (de) baixo do inferno,

(Antes) morrer (que?) ver de fruto morte e gritos.

1:11

O movimento de sentidos, coração, pés e mãos,

Serão de acordo (com?) Nápoles, Lião, Sicília.

(Gládios?), fogos, águas, depois aos nobres Romanos,

(Mergulhdos?), (mortos?) por cérebro débil.

1:12

Em pouco dirá fauce bruta frágil

De baixo em alto (eleita?elevada?) prontamente:

Depois (em) um instante desleal e lábil,

Quem de (Veronne) terá governo.

1:13

Os (exilados?) por ira, ódio intestino,

Farão ao Rei grande conjuração:

(Segredo?Secretamente?) meterão inimigos pela mina,

E seus velhos (seus?) contra eles sedição.

1:14

De gente escrava canções, cantos e requerimentos,

Cativos por Príncipes e (Senhor?) nas prisões:

No porvir por idiotas sem (cabeças?),

Serão recebidos por divinas orações.

1:15

Marte nos ameaça pela força bélica,

Setenta vezes fará o sangue (derramar?):

(Auge?) e ruina do Eclesiástico,

E mais aqueles que deles nada quererão entender.

 

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1:16

(Foice) em (tanque) junto na direção de Sagitário

Em sua (alta) (pia) da exaltação,

Peste, (fome), morte (por) mãomilitar,

O século se aproxima de (renovação).

1:17

Por quarenta anos a Íris não (aparecerá),

Por quarenta anos todos os dias será vista:

A terra árida em secura (crescerá),

E grandes dilúvios quando será (percebida).

1:18

Pela discorde negligencia Gaulesa,

Será passagem à Maomé aberta:

De sangue molhada a terra e mar Senoise,

O porto Phocen de (velas) e (naves) (coberto).

1:19

Quando serpentes virão (circundar) (o altar)

O sangue (Troiano) será vexado pelos (hispanos):

Por eles grande número (deles) (será feito) abatido

Chefe (fruto), escondido nos (lagos e pântanos).

1:20

Tours, Oriens, Blois, Angers, Reims e Nantes,

Cidades vexadas por súbita mudança:

Por línguas estranhas serão esticadas tendas,

Rios, dardos (Ródano) terra e mar tremerão.

1:21

Profunda argila branca nutre (rochedo),

Que dum abismo nascerá (laticinosa?)

Em vão (os) perturbados não a ousarão tocar,

Ignorando ser no fundo terra argilosa.

1:22

Esse que viverá e não tendo antigo senso,

Virá lesar com morte o seu artífice:

Austun, Chalan, Langres, e os dois Sensos,

O granizo e gelo (farão) grande malefício.

1:23

No mês terceiro se levanta o Sol,

(Javalí), (Leopardo) no campo Marte para combater:

(Leopardo) (cansado) ao céu estende seu olho,

Uma águia em redor do Sol vejo se (debater).

1:24

À cidade nova pensativa para condenar,

(Ave de rapina) do céu vem se oferecer:

Após vitória a cativos perdoar,

(Cremona) e (Mântua) grandes (males) (terão sofrido).

1:25

Perdido achado escondido (por tão longo período)

Será (Pastor) semideus honrado:

Antes que a Lua acabe seu grande período,

Por outros ventos será desonrado

1:26

O grande (pelo?) raio tomba em hora diurna

Mal e predito por portador postular:

Seguindo presságio tomba em hora noturna,

Conflito Reims, Londres, Etrusca pestífera.

1:27

Sob a cadeia Guien do céu golpeada,

Não longe de lá está escondido o tesouro:

Que por longos séculos havia sido (juntado?),

(Encontra) morrerá, o olho cravado (por mola?)

1:28

A torre de Boucq temerá fuste bárbaro,

Um tempo, longo tempo após barca hespérica:

(Bestas), pessoas, móveis, todos os dois farão grande abatimento

Touro, e Balança, qual mortal lança?

1:29

Quando o peixe terrestre e aquático

Por forte vaga na areia grossa será posto,

A sua forma estranha (suave e horrível),

Por mar aos (muros?) bem cedo os inimigos.

1:30

Nau estranha pela tormenta marinha,

Abordara perto de porto incógnita:

Não obstante sinais de ramo palmerin,

Após morte pilhagem bom aviso tarde vindo.

 

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1:31

Tanto de anos as guerras em (Gália) durarão,

Para além do curso do (Castalon) monarca:

Vitória incerta três grandes coroarão,

Águia, galo, lua, leão, sol em marca.

1:32

O grande Império cedo transladado,

Em lugar pequeno, que bem cedo virá crescer,

Lugar bem ínfimo de exíguo condado,

Onde ao meio virá pôr seu sceptre.

1:33

Perto de uma grande ponte de planície espaçosa,

A grande leão por forças (Cesáreas?):

Fará abater fora cidade rigorosa,

Por medo portas lhe serão (outra vez fechadas).

1:34

Ave de rapina voando à (esquerda?),

Antes de conflito feito ao (francês preparativo):

Um bom sinistro tomará um ambigue (sinistro ou esquerdo),

A parte falível terá (isto?) por bom augúrio.

1:35

O leão jovem o velho superará,

Em campo bellique por singular (duelo?):

Em gaiola de ouro os olhos (lhe) cravará,

Duas classes (une?uma?), depois morrer, morte cruel.

1:36

Tarde o monarca vir-se-á a arrepender-se,

De não ter posto à morte seu adversário:

Mas virá bem a mais alto consentir,

Que todo seu sangue por morte fará (desfazer?).

1:37

Um pouco antes de que o Sol se (exima?retire?)

Conflito dado, grande povo duvidoso:

(Derrotado?), porto marinho não faz resposta,

Ponte e sepulcro em dois estranhos lugares.

1:38

O (sol?) e a águia ao vencedor parecerão,

Resposta vã ao vencido se assegura:

Por (corneta) não gritos (arreios) não (deterão?),

Vingança paz por freios se acaba na hora.

1:39

De noite no leito o supremo (estrangulado?),

Por muito haver se demorado louro eleito:

(Para?) três o Império (transfere?) (escravizado?),

(À) morte (prepara carta?), e pacote não lido.

1:40

A (Trompa?) (falsa?) dissimulando loucura,

Fará (Bizâncio?) uma mudança de (leis),

(Virá?) do Egito, quem quer que se (absolva?)

Edito mudando moedas e (ligas de metal?)

1:41

Sede em cidade é de noite (assaltada?),

Pouco escapados, não longe de mar conflito:

Mulher de alegria, (com) (retornado?) filho, desmaiada)

Veneno e cartas escondidos na dobra.

1:42

O dez (Calendas) de abril (de fato?defeito?) gótico,

Resuscitado (ainda?) por pessoas malignas:

O fogo (estando?), reunido diabólico,

Procurando os ossos do Amante e Pselin.

1:43

Antes que advenha a mudança de Império,

Advirá um caso bem maravilhoso:

Um campo mudado, o (pilar?) de (Porfírio?)

Posto transladado sobre o rochedo (nevoso?).

1:44

Em breve estarão de retorno sacrifícios,

(Contraventores?) estarão postos como (mártires?):

Não mais serão monjes, abades, nem noviços,

O mel será muito mais caro que cera.

1:45

Setor de seitas grande pena ao delateur,

Besta em teatro armado o jogo cênico,

Do feito antigo enobrecido o inventor,

Por seitas mundo confuso e cismático.

 

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1:46

Tudo junto de Aux, de Lestore e Mirande

Grande fogo do céu em três noites tombará:

(Caso?) ocorrerá bem estupendo e (maravilhoso),

Bem pouco (depois?) a terra tremerá.

1:47

No lago Leman os sermões irritarão,

Os dias serão (sujugados?) (pelas?) semanas,

Depois meses, depois ano, depois todos enfraquecerão

Os Magistrados condenarão suas leis vãs.

1:48

Vinte anos do regne da Lua (passados?),

Sete mil (anos?) outro terá sua monarquia:

Quando o Sol tomar os seus dias (cansados?):

Então se cumpre e (mina?) minha profecia.

1:49

Muito antes de tais (tramóias?),

Aqueles de oriente pela virtude lunar:

(No) ano mil e setecentos farão grandes (conduzidas?),

Quase subjugando o ângulo Aquilonar.

1:50

Da aquática triplicidade nascerá,

(Um?) que fará a quinta-feira (dia) para sua festa:

O seu barulho, (leis?), reino, sua potência crescerá,

Por terra e mar nos Orientes tempestade,

1:51

Chefe de Aries, Jupiter e Saturno,

Deus eterno quais mutações?

Depois por longo período seu maligno tempo retorna

Gália e Itália, quais emoções?

1:52

Dois malignos de Escorpião conjuntos,

O grande Senhor (ferido?) em sua sala:

Peste à Igreja pelo novo rei junto,

A Europa baixa e Setentrional.

1:53

Ai, que se verá grande povo atormentado,

E a lei santa em total ruína,

Por outras leis toda a cristandade,

Quando de ouro, de prata descobre nova mina.

1:54

Duas (revoluções?) (feitas) du maligno falcífero,

De regne e séculos (é) (feita) permuta:

O móvel signo à sua (direita) se intromete,

Aos dois iguais e de inclinação.

1:55

Sob o oposto clima Babilônico,

Grande será de sangue efusão,

Que terra e mar, ar, céu (serão?) iníquos,

Seitas, fome, regnes pestes, confusão.

1:56

Vós vereis cedo e tarde calar grande mudança,

Horrores extremos e vinganças:

Que se a Lua (é?) conduzida pelo seu anjo,

O céu aproxima-se das inclinações.

1:57

Por grande (discórdia) a (trompa?) tremerá,

Acordo rompido levantando a cabeça ao céu,

Boca sangrenta no sangue nadará,

Ao solo a face ungida de leite e mel.

1:58

Cortado o ventre nascerá com duas cabeças,

E quatro braços: alguns anos inteiros viverá

Dia (em) que Alquiloye celebrará suas festas,

Fossen, Turim, chefe Ferrare saeguirá.

1:59

Os (exilados) (deportados) nas ilhas,

À mudança de um mais cruel monarca

Serão machucados: e postos dois os (cintilantes?)

Que (em) falar não serão (seres) parcos.

1:60

Um Imperador nascerá perto da Itália,

Que ao Império será vendido bem caro:

Dirão com quais pessoas ele se reuna,

Que se descobrirá menos príncipe que açougueiro.

 

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1:61

A república miseravel infeliz

Será devastada (pelo) novo magistrado:

O seu grande (acervo?ajuntamento?) do exílio,malefício

Fará (Sueve) (arrebatar?rever?) seus (grandes contratos).

1:62

A grande perda, ai, que farão as letras,

Antes do ciclo de Latona perfeito:

Fogo grande dilúvio mais por ignaros cetros,

Que (por) longo período não se verá refeito.

1:63

As (flores?pragas?) passadas (diminuem) o mundo,

Longo tempo (em?) paz terras desabitadas:

(Seguro?) (se?) marchara por céu, (terra?), mar e onda:

Depois de novo as guerras (são?) suscitadas.

1:64

De noite sol pensarão haver visto,

Quando o porco meio homem se verá:

Barulho, canto, batalha ao céu (sacudirão?) (percebidos?)

E bestas brutas a falar (lá se) ouvirá.

1:65

Criança sem mãos jamais (se?) viu tão grande (raio?castigo?),

A criança real no (fogo?jogo?) de (péla?) ferida:

No (pico?) (embates?) (fulgores?) indo moer,

Três (sob?) os (grilhões?carvalhos? pelo meio (devorados?).

1:66

Aquele que então portará as novas,

Após um pouco ele virá respirar,

Viviers, Tournon, Montferrand e Pradelles,

Granizo e tempestades as (farão?) suspirar.

1:67

A grande fome que sinto (se) aproximar,

Frequentemente voltar, depois ser universal:

Tão grande e (longa) que um virá arrancar

Do bosque raiz e a criança da mama.

1:68

Oh que horrível e infeliz tormento,

Três inocentes que se virá a (abandonar?):

Veneno suspeito, mal guardada (tradição?traição?)

Postos em horror por carrascos (bêbados).

1:69

A grande montanha redonda de sete estádios,

Após paz, guerra, fome, inundação,

Rolará (para?) longe (abismando) grandes (campos?),

Mesmo (os) antigos, e grande fundação.

1:70

Chuva, fome, guerra em (Pérsia?) não (cessadas),

A (fé) muito grande trairá o monarca:

Pela finda em (Gália?) começada,

Secreto augúrio para (com?) um ser parco.

1:71

A (torre?volta?) marinha tres vezes tomada e retomada,

Por (espanhóis?), bárbaros, (Ligúrios?):

Marselha e Aix, Arles por aqueles de Pisa,

(Lixo?), fogo, ferro pilhado Avignon dos (Turineses?).

1:72

De todo Marselha dos habitantes mudada,

Corrida e perseguida até perto de Lião,

(Narbonne?), (Toulouse?) par Bourdeaux ultrajada,

(Feridos?mortos?), cativos (quase que?) um milhão.

1:73

França em cinco partes por (negligência?) (assaltada?),

(Tunis, Argel) (alvoroçadas?) par (Persas?):

Leon, Sevilha, Barcelona falhadas,

Não terá a (classe?frota?) pelos Venezianos.

1:74

Após (deterem-se?) navegarão (pelo) (Epiro?Império?),

O grande socorro virá da direção de (Antióquia?):

O negro cabelo crespo (tenderá?terá?) fortemente ao Império,

Barba de (bronze?) se queimará em espeto.

1:75

O tirano Siena ocupará Savona,

Muito (ganho?) terá (classe?frota?) marinha:

As duas armadas pela marca de Ancona,

Por medo o chefe (delas?) se examina.

 

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1:76

De um nome feroz tal proferido será,

Que as três irmãs terão feito o nome:

Depois grande povo por língua e feito dirá

Mais que nenhum outro terá fama e renome.

1:77

Entre dois mares erguerá promontório,

Que (depois?) morrerá pelo freio do cavalo:

O seu Neptune dobrará vela negra,

Por Calpre e (classe?frota?) junto de Rocheval.

1:78

De un chefe velho nascerá senso embrutecido,

Degenerando por saber e armas:

O chefe de França por sua irmã temido,

Campos divididos, concedidos aos gendarmes.

1:79

Bazaz, Lestore, Condon, Ausch, Agine,

(alvoroçadas?) por leis, querela e monopólio:

Porque Bourd, Toulouse Bay porá em ruína.

Renovar querendo seu tauropole.

1:80

Do sexto claro esplendor celeste,

Virá trovejar tão forte na Borgonha:

Depois nascerá monstro de mui hedionda besta,

Março, Abril, Maio, Junho, grande (ferida?) e (sarna?).

1:81

De humano rebanho nove serão postos à parte,

De julgamento e conselho separados:

Sua sorte será dividida em (separado?),

Kappa, Theta, Lambda mortos, banidos, afastados.

1:82

Quando as colunas de madeira grandes (tremerem?),

De Austro conduzida, coberta de (rubrica?):

Tanto (vazará?) (por fora?) grande assembleia,

Tremer Viena e o País de (Austria?).

1:83

A gent estranha dividirá butins,

Saturno em Marte seu olhar furioso:

Horrível estranho aos (Toscanos?) e Latinos,

Gregos que serão para golpear curiosos.

1:84

Lua obscurecida nas profundas trevas,

O seu irmão passa de cor ferrugínea:

O grande oculto longo tempo sob as trevas,

Amornará ferro na (ferida?) sanguínea.

1:85

Pela resposta de senhora rei perturbado,

Embaixadores desprezarão sua vida:

O grande (a?) seus irmãos fingirá (ser?) duplo,

Por dois morrerão ira, ódio, inveja.

1:86

A grande (rainha?) quando se verá vencida,

Fará excesso de masculina coragem,

Sobre cavalo, rio passará toda nua,

Seguida por ferro: à fé fará ultraje.

1:87

(Tremor de terra) fogo do centro de terra,

Fará tremer ao redor de cidade (nova):

Dois grandes rochedos longo tempo farão a guerra,

Depois (Aretusa?) avermelhará novo rio.

1:88

O divino mal surpreenderá o grande príncipe,

Um pouco depois terá mulher esposado,

Seu apoio e crédito a um golpe virá pequeno,

Conselho morrerá pela cabeça raspada.

1:89

Todos aqueles de (Lérida?) estarão na Mosela,

Pondo à morte todos aqueles de Loire e Sena:

O curso marinho virá perto de alta (vela?vila?vigília?)

Quando Espanhóis abrirão toda (a) veia.

1:90

Bourdeaux, Poitiers ao som da campainha,

A grande (classe?frota?) irá até (Langon?),

Contra (Gauleses?) será sua (tramontana, direção),

Quando monstro hediondo nascerá perto de Orgon.

 

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1:91

Os Deus farão aos humanos aparência,

(De) que eles serão autores de grande conflito:

(Ante) céu visto sereno espada e lança,

Que pela (mão?parte?) esquerda estará (o?) maior aflito.

1:92

Sob um a paz por (todos?) será clamada,

Mas não longo tempo pilha, e rebelião,

Por recusa vila, terra e mar (ofendidos?),

(Mortos?) e cativos o terço de um milhão.

1:93

Terra Itálica perto dos montes tremerá,

(Leão) e galo não muito confederados,

Em lugar de medo um o outro ajudará,

Só (Catalões?) e Celtas moderados.

1:94

No porto Selin o tirano posto à morte,

A liberdade não portanto recobrada:

O novo Marco por vindita e remorso,

Senhora por força de medo honrada.

1:95

Na frente de mosteiro achada criança (gêmea?),

De heroico sangue de monge e (velha?):

Seu barulho por seita, língua e potência (sua?som?),

Que se dirá muito elevado o (Vopisco).

1:96

Aquele que terá a carga de destruir

Templos, e seitas, mudados por fantasia:

Mais aos rochedos que aos viventes virá prejudicar,

Por língua ornada de orelhas (fartas?).

1:97

Esse que ferro, chama não tem sabido (executar?),

A doce língua ao conselho virá fazer:

Por repouso, sonho, o rei fará rever,

Mais o inimigo (está?) em fogo, sangue militar.

1:98

O chefe que terá conduzido povo infinito

Longe do seu céu, de meurs e língua estranha,

Cinco (mil) em Creta e Tessália (findos?),

O chefe fugindo salvo em marinha (granja?).

1:99

O grande monarca que fará companhia

(A) dois reis unidos por amizade:

Oh que suspiro fará a grande (criadagem, côrte),

Crianças (de) (Narbonne?) ao redor, que piedade.

1:100

Longo tempo no céu será visto cinzento pássaro,

Junto de Dole e de Toscana terra:

Tendo ao bico um verdejante ramo,

Morrerá cedo (o?) grande e findará a guerra.

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Centúria 2.
 

2:1

Em direção à (Aquitânia?) por (ilhas?) Britânicas

De parte (deles?) mesmos grandes incursões

Chuvas, geadas farão terrenos iníquos,

Porto (Selyn?) (forte?) fará invasões.

2:2

A (cabeça) azul fará a (cabeça) branca

Tanto de mal, (quanto?) França tem feito seu bem:

Morte na (antena?), grande pendurado sobre o ramo,

Quando preso dos seus o (Rei?) disser quanto.

2:3

Pelo calor solar sobre o mar,

De (Mar Negro?) os peixes meio cozidos:

Os habitantes os virão (cortar?),

Quando (Rodes?) e (Gênova?) lhes (faltará?) o (biscoito?).

2:4

Desde (Mônaco?) até junto de Sicília,

Toda a praia (ficará?) desolada:

Ele não lá terá (falso burgo?), cidade nem vila

Que por Bárbaros pilhada seja e roubada.

2:5

(Quando?) em peixe, ferro e cartas fechada,

Fora sairá aquela que depois fará a guerra,

Terá por mar a sua (frota?) bem (ramada?),

Aparecendo perto de Latina terra.

2:6

Junto das portas e dentro de duas cidades

Estarão dois flagelos, e nunca percebido um tal,

Fome, dentro peste, (por?) ferro fora gentes postas,

Gritar socorro ao grande Deus imortal.

2:7

Entre vários às ilhas deportados,

Um (ser) (nascido) com dois dentes na garganta

Morrendo de fome as árvores (desfolhadas?),

Para eles novo (Rei?), novo édito lhes forja.

2:8

Templos consagrados (primeira) maneira Romana,

Rejeitarão os (desastrados?) fundamentos,

Tomando suas leis primeiras e humanas,

Cassando não (todos?) dos (santos?) os (cultos?).

2:9

Nove anos o reino o magro em paz terá,

Depois ele (cairá?) (com?) sede tão sanguinária,

Por ele grande povo sem (fé?) e (lei?) morrerá

(Ferido?) por um muito mais (complacente).

2:10

Antes (por?) longo de tempo o todo será arranjado,

Nós esperamos um século bem sinistro,

O estado das máscaras e dos (solitários?) bem mudado,

(Poucos?) acharão que em seu lugar (velho?) (estará?).

2:11

O próximo filho do mais velho chegará

Tão elevado até ao reino dos (fortes?):

(Sua?) áspera glória um cada um a temerá,

Mas suas crianças do reino (lançadas?) fora.

2:12

Olhos fechados, abertos (à?) antiga fantasia,

(As vestimentas?) dos solitários serão postas como nada:

O grande monarca (castigará?) seu frenesi,

Arrebatar dos templos o tesouro (por? na? dianteira?).

2:13

O corpo sem alma não mais (estará?) em sacrifício,

Dia da morte posto em natividade:

O espírito divino fará a alma feliz,

Vendo o verbo na sua eternidade.

2:14

(Em?)Tours, Gien, (guardados?) serão olhos penetrantes,

(Descobrirão?) de longe a grande (serena?):

Ela e seu (séquito?) no porto estarão (entrando?),

Combate, (empurrados?), potência soberana.

2:15

Um pouco antes monarca trucidado

Castor, Pollux em nave, astro (cabeludo?comado?):

O (erário?) público por terra e mar (esvaziado?),

Pisa, Ast, Ferrare, Turim terra(s?) interditada(s?).

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2:16

Nápoles, (Palermo?), (Sicília?), (Siracusa?),

(Novos?) tiranos, (fulgores?) fogos celestes:

Força de Londres, Gand, Bruxelas e (Susa?),

Grande hecatombe, (triunfa?triunfo?) fazer (festas?).

2:17

O campo do templo da virgem vestal,

Não afastado de (Etna?) e montes (Pireneus?):

O grande (conduzido?) está escondido na (mala?),

(Ao Norte?) (derramados?lançados?) rios e vinhas (destruídas?).

2:18

Novidade e chuva súbita impetuosa,

(Impedirão?) (subitamente?) dois (exércitos?):

Pedra (do?) céu, fogos (fazer?) (a mãe?o mar?) (pedregosa?),

A morte de sete (terras?) e (marinhos?) (súbitos?súditos?).

2:19

(Novos?) vindos lugar (batido?) sem (defesa?),

Ocupar a praça (até então?) inabitável:

Perto, casas, campos, vilas, tomar por divertimento,

Fome, Peste, guerra, (extensão de terra?) (longa?) arável.

2:20

Irmãos e irmãs em diversos lugares cativos,

Encontrar-se-ão (ao?)passar perto do (monarca?):

(Eles?) (contemplarão?) seus ramos (atentos?).

(Desprezando?) ver (em?) queixo fronte, nariz, as marcas.

2:21

O embaixador enviado por biremes,

A (meio?) caminho de (incógnitos?) (repelidos?):

De (sal?) reforço virão quatro triremes,

Cordas e cadeias em (Mar Negro?) (levantados?).

2:22

O campo (Ascap?) da Europa partirá,

(Se juntando?) próximo da Ilha submergida:

De Arton (classe?tropa?) falange dobrará,

Umbigo do mundo maior voz (subrogada?substituída?).

2:23

Palácio, pássaros, por pássaro (expulso?),

Bem cedo após o príncipe chegado:

(Como) que fora (de) rio (inimigo?) (repelido?),

(Do lado de fora) (saído?) (traço?) de pássaro sustentado.

2:24

Bestas ferozes (com?) fome rios (cruzarão?),

(A?) (maior parte?) do campo contra (Hister?Danúbio?) estará,

Em gaiola de ferro o grande fará (arrastar?),

Quando nada criança de (Germania?) observará.

2:25

A guarda estranha trairá fortaleza,

Esperança e (sombra?) mais de elevado casamento:

Guarda (enganada?), forte (príncipe?presa?) no aperto,

Loire, (Son?), (Ródano), (Garonne?), (por?) morte ultrajado.

2:26

Pelo favor que a cidade fará,

Ao grande que cedo tomará campode batalha,

Depois a fila (Pau Thesin?) verterá,

De sangue, fogos (mortos?) afogados (por?) golpe de (talho?corte?)

2:27

O divino verbo será do céu golpeado,

Quem não poderá não proceder mais (adiante?):

Do (abridor?) o segredo (fechado?),

Que se marchará por cima e (adiante).

2:28

O penúltimo do (sobrenome?cognome?) do Profeta,

Tomará (Diana?Lua?) para seu dia (de?) repouso:

Longe vagará por frenética cabeça,

E livrando um grande povo de (impostos?).

2:29

O Oriental sairá de sua sede,

(Passará?) os montes (Apeninos?) (verá?) a Gália:

(Transporá?) o céu, as águas e neve,

E cada um golpeará com seu bastão.

2:30

Um que dos deuses infernais de (Aníbal?),

Fará renascer, terror dos humanos:

(Nunca?) mais (de?) horror não mais (dirão?) (diários),

(O que adveio?) virá Babel aos Romanos.

 

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2:31

Em (Campânia?) o (Cassilin?) fará tanto,

Que não se verá (senão?) (de águas?) (os?) campos cobertos:

Antes (e?) depois (da?) chuva de longo tempo,

Exceto postas as árvores nada lá se verá de verde.

2:32

Leite (,) (santo?) rãs (esconderá?) em (Dalmácia?)

Conflito dado, peste perto de (Balennes?):

Grito será grande por toda (a?) (Eslavônia?),

Então nascerá monstro perto e dentro de (Ravena?).

2:33

Pela torrente que (desce?) de (Verona?),

Por (essa?) então que ao (Pó?) guiará (sua?) entrada:

Um grande naufrágio, e não menos em (Garonne?),

Quando aqueles de (Gênova?) marcharão (em?) sua (terra?).

2:34

A ira insensata do combate furioso,

Fará à mesa por irmãos o ferro brilhar:

Os (repartirá?) (feridos?), curiosos,

O feroz duelo virá (a) França prejudicar.

2:35

Em duas casas de noite o fogo tomará,

Vários dentro asfixiados e (queimados?).

Perto de dois rios para (solitário?) ele ocorrerá:

(Solo?Sol?), (o Arco?), e (Capricórnio?) todos serão (amortecidos?).

2:36

Do grande Profeta as cartas serão tomadas,

Entre as mãos do tirano (passarão a estar?):

(Para?) fraudar seu (Rei) serão seus empreendimentos,

Mas suas rapinas bem cedo o perturbarão.

2:37

Deste grande número que se enviará,

Para socorrer dentro do forte os (sitiados?),

Peste e fome todos os devorará,

Exceto postos setenta que serão (destruídos?).

2:38

Dos (condenados?) será feito um grande número,

Quando os monarcas estarão (conciliados?):

Mas um deles virá tão (desafortunado?),

Que (não muito) juntos não estarão (reunidos?).

2:39

Um ano antes do conflito Itálico,

Germanos, Gauleses, (Espanhóis?) (pelo forte?):

(Cairá?) a escola (a?) casa de república,

Onde, excetos postos (uns poucos?), serão (sufocados mortos?).

2:40

Um pouco após não (havendo?) longo intervalo,

Por mar e terra será feito grande tumulto:

Muito maior será (a) (pugna?) naval,

Fogos, animais, que farão mais (de) (tumulto?).

2:41

A grande (estrela?) por sete dias (brilhará?),

Nuvem fará dois sóis (aparecerem):

O grande (mastim?) fará toda (a) noite (uivará?),

Quando grande pontífice mudar de (terra?terreno?).

2:42

Galo, cães e gatos de sangue estarão (repletos?),

(E?) da ferida do tirano encontrado morto,

No leito de um outro pernas e braços quebrados,

(Aquele que) não tinha medo de morrer de cruel morte.

2:43

Durante (o tempo?) (da estrela?) (comada?) aparente,

Os três grandes príncipes serão feitos inimigos:

Batidos do céu paz (na?) terra (trêmula?),

(Pó?), (Tibre?) (ondulante?), serpente sobre a margem posta.

2:44

A Águia (pousada?) ao redor de pavilhões,

Por outros pássaros (dos arredores?) será caçada:

Quando barulho dos (címbalos?), tubos e (sinos?)

Restituirão o senso da senhora insensata.

2:45

Muito o céu chora o Andrógino procriado,

Perto do céu sangue humano (derramado?):

Por morte muito (tardia?) grande povo (alegrado?),

Tarde e cedo vem o socorro esperado.

 

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2:46

Após grande (troca?) humana maior (troca?) se (prepara?),

O grande motor dos séculos renova:

(Chuva?), sangue, (leite?), (fome?), ferro e peste,

No céu visto fogo (,) correndo (,) longa faísca.

2:47

O (inimigo?) grande velho (de luto?) morto com veneno,

Os soberanos por (infinitos?) (subjugados?):

Pedras (choverão?), (ocultas?) sob (o tosão?),

Por morto artigos em vão são (alegados?).

2:48

A grande (cópia?tropa?) que passará os montes.

Saturno no (Arco?) voltando do (peixe?) (Março?Marte?):

Venenos ocultos sob (as?) cabeças de (salmões?),

(O?) seu chefe pendurado em fio de (líder de guerra?).

2:49

Os (conselheiros?) do primeiro (monopólio?).

Os conquistadores seduzidos pela (Melite?Malta?),

Rodes, (Bizâncio?) por (seu?) expositor pólo.

Terra (falhará?) os (perseguindo?) em (fuga?).

2:50

Quando aqueles de (Hainaut?), de Gand e de Bruxelas,

Verão em Langres a sede diante posta:

(Atrás de?) seus flancos estarão guerras cruéis

A (ferida?) antiga fará pior que (os?) inimigos.

2:51

O sangue do justo em Londres fará falta,

(Queimados?) por (raios?) de vinte e tres os seis:

A senhora antiga (cairá?) de lugar elevado,

(Da?) mesma seita vários serão mortos.

2:52

Em várias noites a terra tremerá:

Sobre a primavera dois esforços (seguidos?):

(Corinto?), (Éfeso?) nos dois mares (nadarão?),

Guerra (se agita?) por dois (valentes?) (em?) (luta?).

2:53

A grande peste de cidade marítima,

Não cessará (enquanto?) morte não seja vingada

Do justo sangue tomado por preso condenado sem crime,

Da grande senhora por (fingimento?) não ultrajada.

2:54

Por gente estranha, e Romanos (longínqüos?),

Sua grande cidade após (ser?) por (água?) muito perturbada:

(Filha?) sem muito diferente domínio,

Preso chefe, (fechadura?) não ter (sido?) (roubada?arrombada?).

2:55

No conflito o grande que pouco (valia?),

Ao seu último fará caso maravilhoso:

Enquanto que (Hadrie?) verá isto que (era necessário?),

No banquete (apunhala?) o orgulhoso.

2:56

(Quem?) peste e (espada?) não tem (sabido?) (definir?),

Morto no (poço?) (do?) cume do céu golpeado:

O (abade?) morrerá quando (verá?) (se arruinarem?),

Aqueles do naufrágio (no?) recife querendo (se agrupar?).

2:57

Antes de conflito o grande cairá,

O grande à morte, morte, demasiado súbita e (lamentada?),

(Nascido?) (imperfeito?) a (maior?) parte nadará,

Junto do rio de sangue a terra (tingida?).

2:58

Sem pé (nem?) mão (dente?) agudo e forte,

Por Globo no forte de porto e (o mais velho) (nascido?):

Perto do portal desleal (transportado?),

(Selene?Lua?) brilha, pequeno grande conduzido.

2:59

(Classe?) Gaulesa por (apoio?) de grande guarda,

Do grande Netuno, e seus tridentes (soldados?):

Corroída Provença por sustentar grande bando:

Mais (Marte?) Narbon, por (lanças?) e dardos.

2:60

A (fé?) (Púnica?) (no) Oriente rompida.

Grande (Jud?), e (Ródano?), (Loire?) e (Tejo?) mudarão:

Quando do mulo a fome será (saciada?),

(Classe?Frota?) (dispersa?), sangue e corpos nadarão.

 

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2:61

(Euge?), (Tamins?), Gironde e La Rochele,

O sangue Troiano Morte (no?) porto da (flecha?):

(Atrás?) (do?) rio no forte posta (a escada?),

(Pontas de fogo?) grande (homicídio?) sobre a (brecha?).

2:62

(Mabus?) depois (cedo?) então morrerá, virá,

De gentes e (bestas) uma horrível (derrota?):

Depois toda de um golpe a vingança se verá,

(Cem?Cento?), mão, sede, fome, quando correrá o cometa.

2:63

Gaulês, (Ausônia?Itália?) bem pouco subjugará,

Por (,) Marne e Sena fará (Parma?) o (verdadeiro?ébrio?):

Quem o grande muro contra eles levantará,

Do menor no muro o grande perderá a vida.

2:64

(Secar?) de fome, de sede, gente (Genebrina?),

Esperança próxima virá a falhar:

Sobre ponto trêmulo estará (lei?) (Genebrina?),

(Classe?Frota?) no grande porto não se (poderá?) (acolher?).

2:65

O parque propenso (a) grande calamidade,

Pela (Hesperie? e (Insubre?) fará:

O fogo na nave peste e cativeiro,

Mercúrio no Arco Saturno (findará?fenecerá?).

2:66

Por grandes perigos o cativo (escapado?),

(Em um?) pouco de tempo (um?) grande tem fortuna mudada:

No palácio o povo é apanhado,

Por bom augúrio a cidade (é) sitiada.

2:67

O louro (com?) nariz (adunco?) virá cometer,

Pelo (duelo?) e caçará (no exterior?):

Os exilados (para o interior?) fará enviar,

Nos lugares marinhos (expondo?) os mais (fortes?).

2:68

Do (Aquilão?Norte?) os esforços serão grandes:

Sobre o (Oceano?) será a porta aberta:

O reino na Ilha será (reintegrado?),

Tremerá Londres por (vela?) (descoberta?).

2:69

(Rei?) Gaulês pela Céltica destra,

Vendo discórdia da grande Monarquia:

Sobre as três partes fará florescer seu cetro,

Contra a (Capa?) da grande Hierarquia.

2:70

O dardo do céu fará (o) seu (estender-se?),

(Freio?) (dele?) falando: grande execução:

A pedra na árvore a arrogante gente rendida,

Barulho humano monstro purga expiação.

2:71

Os exilados em Sicília virão,

Para livrar de fome a gente (estranha?estrangeira?):

Ao ponto do dia os (Celtas?) lhes (serão necessários?)

A vida reside na razão: O rei se arranja.

2:72

Armada Céltica na Itália vexada,

(Por?) todas (as) partes (conflito?) e grande peste:

Romanos fugidos, ó Gália repelida,

Perto do (Ticino?) (Rubicão) (a?) (pugna?) (é?) incerta.

2:73

No lago (Fucino?) de (Benac?Guarda?) a margem,

Tomados do (Leman?) no porto do (Orgon?):

(Nascido?) (com?) três braços (prediz?) bélica imagem,

Por três coroas (do) grande (Endimião?).

2:74

De Sens, Autun virão até ao (Ródano?),

Para passar além na direção dos montes (Pireneus?):

A gente (sairá?) da marca de (Ancona?),

Por terra e mar seguirá a grandes (arrastadas?traços?).

2:75

A voz (ouvida?) do insólito (pássaro?),

Sobre o (cano?) de (respiradouro?) (no?) (pavimento?):

Tão (alto?) virá (a estar?) do trigo o alqueire,

Que o homem (para o?) homem (será?) Antropófago.

 

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2:76

Raio (na) (Borgonha?) fará caso portentoso,

Que por (engenho?) nunca poderia fazer,

De seu senado (o sagrado?) feito manco,

Fará saber aos inimigos o negócio.

2:77

Por arcos, fogos, resinas e por fogos impelidos,

Gritos urros sobre a meia-noite ouvidos:

Dentro são postos pelas muralhas (rompidas?),

(Como?) (coelhos?) os traidores (são?) fugidos.

2:78

O grande Netuno do profundo do mar,

De gente (Púnica?) e sangue Gaulês misturado:

As ilhas (com?) sangue para o tardio (remar?permanecer?),

Mais lhe prejudicará que o oculto mal (encoberto?).

2:79

A barba (crespa?) e negra por engenho,

Subjugará a gente cruel e arrogante:

O grande (CHIREN?) (tirará?) do (homem vagaroso?)

Todos os cativos por (Seline?) barreira.

2:80

Após o (conflito?) do lesado a eloquência,

Por pouco de tempo se trama fingido (repasto?repouso?).

De modo algum não se admite os grandes em libertação,

(Depois de) inimigos são repostos de propósito.

2:81

Por fogo do céu a cidade quase queimada,

A urna ameaça (ainda?de novo?) (Deucalião?),

Vexada Sardenha pela Púnica (galera?),

Depois que Libra deixará seu (brilhante?sol?dia?).

2:82

Por fome a presa fará lobo prisioneiro,

O assaltante então (estará?) em extrema aflição,

O (primeiro nascido?) tendo à dianteira o último,

O grande (não escapa?) no meio (do aperto?da pressa?).

2:83

O gordo tráfico de um grande (Leão?) alterado

A (maior?) parte torna em pristina ruina.

(Presa?) aos soldados por (pilhada?) (vindima?colheita?):

Por Jura monte e Suevo chuvisco.

2:84

Entre (Campânia?), Siena, (Florença?), (Toscana?),

(Por?) seis meses (e) nove dias não (choverá?) uma gota:

A estranha língua (na) terra Dalmácia,

Correrá acima, devastando a terra toda.

2:85

O velho (plano?) (da?) barba sob o estatuto severo,

(Por?) (Leão?) (feito?) sobre a Águia Céltica:

O pequeno grande muito além persevera,

Barulho de arma no céu: mar vermelho (Ligúrio?).

2:86

Naufrágio de (frota?) perto de onda (Adriática?),

A terra treme (agitada?) (sob?) o ar em terra posto:

(O) (Egito) treme (pelo?) aumento (Maometano?),

O (Arauto?) (se) (faz ouvir?) a gritar (e) é (exposto?).

2:87

Depois virá das extremas (terras?),

Príncipe Germano, sobre o (trono?) dourado:

A servidão e águas encontradas,

A senhora serve, (o) seu tempo não mais (é) adorado.

2:88

O circuito do grande (feito?) ruinoso,

O nome sétimo do quinto será:

De um terceiro maior o estranho belicoso,

(Mouton?), (Lutécia?Paris?), Aix não garantirá.

2:89

Um dia serão (demitidos?amigos?) os dois grandes mestres,

(O) seu grande poder se verá (aumentado?):

A terra nova estará (com?) seus altos seres,

(Ao?No?) sanguinário o número (contado?).

2:90

Por vida e morte mudado (o) reino de (Hungria?),

A lei será mais (áspera?) que (o) serviço:

(A) sua grande cidade (com?) (urros?) (lamentos?) e (grita?),

Castor e Polux inimigos na liça.

 

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2:91

(No) (sol levante?Oriente?) um grande fogo lá se verá,

Barulho e claridade para (o) (Aquilão?Norte?) (tendendo):

(Dentro do círculo?) morte e gritos lá se ouvirá,

Por (gládio?espada?), fogo, fome, morte os aguardando.

2:92

Fogo cor de ouro do céu de terra (visto?),

(Aplicado?) (da) alta (nau?), (feito) caso maravilhoso:

Grande (homicídio?) humano: Presa do grande (não visto?),

(Da?) morte (do) (espectáculo?) escapa o orgulhoso.

2:93

Bem perto do (Tibre?) pressiona a (deusa da morte?),

Um pouco antes (da?) grande inundação:

O chefe (da nave?) preso, posto (na?no?)) (sentina?porão?),

Castelo, palácio em conflagração.

2:94

GRANDE (Pau?) grande mal (para?por?) Gaulês receberá,

Vão (terror?) do (maritimo?) (Leão?):

Povo infinito pelo mar passará,

Sem escapar um quarto de um milhão.

2:95

Os lugares (povoados?) serão inabitáveis:

(Para?Por?) campos (haverá?) grande divisão:

Reinos entregues a prudentes incapazes,

Então (entre?) os grandes irmãos (haverão?) mortos e dissensão.

2:96

Tocha ardente no céu (da?) (tarde?noite?) será vista,

Perto do fim e princípio do (Ródano?),

Fome, (gládio?espada?): tarde o socorro (será?) providenciado,

A (Pérsia?) torna (a) invadir (a) Macedonia.

2:97

Romano Pontífice guarda de te aproximar,

Da cidade que dois rios (banham?),

Teu sangue virás junto de lá de cuspir,

Tu e os teus quando florirá a rosa.

2:98

Aquele de sangue (borrifado?) (no?) rosto,

Da vítima próxima sacrificada,

Tendo em (Leão?), augúrio por (presságio?),

Posto será à morte então (para a?pela?) (noiva?).

2:99

(Terra?) Romana que (interpretou?) (o) (augúrio),

Por gente Gaulesa por muito (tempo?) será vexada:

Mas nação Céltica temerá a hora,

Boreas, classe muito (longínqüa?) a (haverá?) (empurrado?).

2:100

Nas ilhas tão horrível tumulto,

Bem não se ouvirá (mais?) que uma bélica briga,

Tão grande será dos predadores o insulto,

Que (um?) se virá arranjar na grande (liga?linha?).

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Centúria 3.

 

3:1

Após combate e batalha naval,

O grande Netuno em seu maisalto (campanário?):

Vermelho adversário de medo virá (pálido),

Pondo o grande Oceano com (medo).

3:2

O divino Verbo (dará?) à (substancia, matéria),

(Compreendendo) céu, terra, ouro oculto no (leite) místico:

Corpo, alma espírito (tendo) toda (a) potência,

Tanto sob seus pés como na sede Célica.

3:3

Marte e Mercúrio, e a prata (juntos?) (uns com os outros),

Na direção do sul extrema secura:

No fundo da Ásia dir-se-á (que a?) terra treme,

(Corinto, Eféso?) então em perplexidade.

3:4

Quando estiverem próximos de (defeito?) dos (luminares?),

De um ao outro não distando grandemente,

Frio, secura, perigo para as fronteiras,

Mesmo onde o oráculo a (magro?) (começa?).

3:5

Perto longe (defeito) de dois grandes luminares.

Quem ocorrerá entre Abril e Março:

Oh que (penúria?) (mas?) dois grandes bondosos

Por terra e mar (socorrerão?) todas (as?) (partes?).

3:6

No templo fechado o (raio?) (lá) entrará,

Os cidadãos interior dentro (dele?) muito (agravados?).

Cavalos, bois, homens, a onda (o) muro tocará,

Por fome, sede, (sob?) os mais (fracos?) (armados?).

3:7

Os Fugitivos, fogo do céu sobre (as lanças?),

Conflito próximo dos corvos, (se divertindo?)

De terra se grita ajuda, socorros célicos,

Quando perto dos muros estiverem os (combatentes?).

3:8

O (Cimbros?) juntos com seus vizinhos

(Despovoar?) virão quase (a Espanha?):

(Gentes?) (amontoadas?) (Guienne?) e (Limoginos?),

Estarão em liga, e (lhes) farão (companhia?).

3:9

Bourdeaux, (Rouen?), e a Rochelle (juntas?),

Terão ao redor o grande mar (,) (o oceano?),

(Ingleses?), Bretões, e os (Flamengos?) (conjuntos?)

Os Caçarão até ao pé de (Rouen?).

3:10

De sangue e fome maior calamidade,

Sete vezes se (apronta) (na?) marinha praia:

(Mônaco?) (com?) fome, lugar tomado, (cativo?),

O grande (conduzido?) (gancho?) em (ferrada?) (jaula?).

3:11

As armas (batem?) (no?) céu (por) longa estação

A árvore no meio da cidade tombada:

(Ramo sagrado?) (sarna?), (espada?), oposta, (Tição),

Então o monarca de (Ádria?) (sucumbe?).

3:12

Pelo (inchaço?) de (Ebro?), (Pó?), (Tejo?), (Tibre?), e Roma

E pelo (tanque?lago?) Leman e (Arezzo?).

Os dois grandes chefes e (citados?cidades?) de (Garonna?),

(Presos?), (mortos?) (afogados?). Partir humano butim.

3:13

Por raio na arca ouro e prata (fundidos?),

De dois cativos um o outro comerá

Da cidade o maior (estendido?),

(Quando?) submersa a (classe?frota?) nadará.

3:14

Pelo ramo do valente personagem,

De França ínfimo, pelo pai infeliz:

Honras, riquezas: trabalho em sua velha (idade?),

Por ter (crido?) (no?) conselho de homem (bom?).

3:15

Coração, (rigor?), glória o reino mudará.

De todos os pontos tendo contra (o) seu adversário:

Então (a) França (a sua?) infância por morte subjugará,

Um grande regente estará então mais contrário.